
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
"A guerra é uma massacre entre gente que não se conhnece para proveito de gente que sim se conhecem mas não se massacram”. Paul Valéry
"Para o Ocidental, a guerra converteu-se num fenómeno ambivalente, como indicou Freud em 1920 na obra “Além do princípio do prazer”. Introduzindo o conceito de instinto de morte, por analise das matanças nas lutas de gladiadores no Coliseu de Roma (cimeira da cultura ocidental) até às mortes pela Inquisição. Entretenimentos que, na actualidade, se prolongam no cinema e em filmes como : “Apocalipse Now” , “Day After” , “Independece Day”, e jogos de guerra de consolas.Em qualquer destas realidades lúdicas a guerra, a destruição, a violência e, a morte, estão sempre presentes. Levando-me a pensar na forma como tudo isto se consome, ser indicador de uma espécie de regresso simbólico à antiga violência circense.Na humanidade há uma produtiva cultura de terror desde Caim, e uma das teorias comuns sobre a aderência espontânea à violência, e aos espectáculos que cria, sugere que permite descarregar, de modo imaginário, as pulsações agressivas do indivíduo, provocando descargas libertadoras de adrenalina sem consequências negativas directas em terceiros, oferecendo até virtudes terapêuticas a pessoas com marcadas tendências agressivas (Stanley Milgram).Obviamente que, nem toda a gente partilha desta ideia e, mentes subversivas ou corrosivas como a minha dirão que as imagens da guerra, na televisão, são a forma actual de ensinar a geografia. Quem não sabe agora onde se situa o Iraque, o Ruanda, Mogadíscio ou a Tetchenia?Como espectáculo, a guerra provoca desesperos, dores, angústias, medos e mortes mas umas são as mortes autênticas e outras as de ficção. E há diferenças em ambas e realidades psicológicas distintas. Um espectador não se impressiona do mesmo modo frente ao “Apocalyps Now” que perante um documentário sobre atrocidades na Somália. E foi a presença reiterada da morte na televisão a cores que permitiu distinguir o sangue do barro. Uma particularidade que provocou o desassossego colectivo nos EU obrigando a retirada das tropas americanas do Vietname.A guerra do golfo, a primeira guerra da história a ser televisionada, foi asséptica pela censura militar contrastando com a hiper inflação mediática, porque foi extirpada do seu cenário o dramatismo da morte.Veja-se como nas imagens acima, mostram a suposta precisão cirúrgica das bombas inteligentes realçada em planos gerais afastados, pontos de vista aéreos, sem nunca descer ao terreno das vítimas ou mostrando os bombardeamentos nocturnos como velas acesas numa árvore de natal . Deste modo, as bombas podiam ser destrutivas, mas nunca assassinas.Este tipo de censura converteu a guerra em mais um espectáculo televisivo de efeitos visuais ao gosto dos que deliram com pirotecnia e efeitos das novas realidades virtuais, como as crianças. Infelizmente uma coisa é a realidade, outra muito distinta, a sua representação mediática. E no caso da visão electrónica como na escrita, ambas são oriundas de um centro difusor de imagens obediente a uma estratégia racional e esteticamente elaborada, com um sentido subjectivamente pré - determinado, ao contrário da visão naturalista que é subsidiária do real empírico.Este ardil está a moldar a espécie humana em dóceis e amestrados telespectadores, obedientes a um poder concentrado em círculos informativos cada vez mais restritos e com capacidade de configurar o real à medida dos seus interesses comunicacionais . É por isso que humanidade está a converter-se em espectáculo de si mesma. E a sua auto - alienação está a alcançar um ponto que lhe permite viver a sua própria destruição como gozo estético…será essa a finalidade?" extraído de http://ecosecomentarios.blogspot.com/
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
UNESCO: Caligrafia Chinesa candidata a Património Imaterial da Humanidade
"A China apresentou à UNESCO a candidatura da sua milenar caligrafia a Património Oral e Imaterial da Humanidade, anunciou a agencia noticiosa oficial chinesa.Cultivada há 3.000 anos, a caligrafia chinesa é considerada uma expressão artística quase ao mesmo nível da pintura e que, além de um sentido estético, revela o carácter e as emoções do seu autor.
Trata-se também de uma arte muito popular, sobretudo entre as gerações mais velhas, e que tem ainda dezenas de milhões de praticantes, disse a agência noticiosa oficial chinesa.
Tradicionalmente, os instrumentos da caligrafia - papel, tinta, pincel e pedra (onde se faz a tinta) - são "os quatro tesouros do estudo". (lusa)
concluída tradução d'Os Lusíadas para mirandês
"Está concluída a tradução de “Os Lusíadas” para língua mirandesa. A tradução do épico de Luís de Camões demorou cerca de cinco anos para ser efectuada, sendo trabalho da autoria Amadeu Ferreira, sob o pseudónimo de Fracisco Niebro. A tradução foi publicada de forma regular no semanário regional “ Nordeste”. Amadeu Ferreira tem já outros trabalhos publicados em língua mirandesa como é caso da tradução do clássico da banda desenhada “ Astérix l Gaulês”, vários livros de poesia, foi co-autor da Convenção Ortográfica da Língua Mirandesa e de um dicionário em Mirandês.
A procura das melhores soluções gramaticais, rima, métrica e acentuação, foram desafios linguísticas superados pelo autor.“ Houve alturas durante a tradução que não sabia para que lado me havia de virar dada a complexidade da obra traduzida, e as soluções a encontrar ” desabafou Amadeu Ferreira.Em fase adiantada de preparação está uma versão em banda desenhada de “ Os Lusíadas com desenhos de José Ruy e tradução de Amadeu Ferreira, a qual deverá estar nas bancas até ao final do ano com a chancela da Editora Âncora. O original foi editado pela Comissão dos Descobrimentos.“ Isto quer dizer que esta tradução é o começo de uma nova vida, já que o mirandês faz parte da bibliografia de tão importante obra como são “ Os Lusíadas”. O traduzir um poema do Épico para a “lhéngua” também dá para demonstrar que o mirandês está à altura de tão importante obra,” assegura o autor.No entanto Amadeu Ferreira já garantiu que a tradução integral de “Os Lusíadas” é um trabalho que será colocado nas livrarias já no próximo ano.Amadeu Ferreira tem igualmente traduzido para mirandês os” Quatro Evangelhos da Bíblia”, trabalho que aguarda oportunidade para a sua edição, já que o autor considera que “editar obras em mirandês não tarefa fácil dado o número reduzido de falantes, e obras desta dimensão necessitam de apoios. ”Os Quatro Evangelhos é outras da obras literárias está traduzida para mirandês ha mais de quatro anos." Radio Bragança
A procura das melhores soluções gramaticais, rima, métrica e acentuação, foram desafios linguísticas superados pelo autor.“ Houve alturas durante a tradução que não sabia para que lado me havia de virar dada a complexidade da obra traduzida, e as soluções a encontrar ” desabafou Amadeu Ferreira.Em fase adiantada de preparação está uma versão em banda desenhada de “ Os Lusíadas com desenhos de José Ruy e tradução de Amadeu Ferreira, a qual deverá estar nas bancas até ao final do ano com a chancela da Editora Âncora. O original foi editado pela Comissão dos Descobrimentos.“ Isto quer dizer que esta tradução é o começo de uma nova vida, já que o mirandês faz parte da bibliografia de tão importante obra como são “ Os Lusíadas”. O traduzir um poema do Épico para a “lhéngua” também dá para demonstrar que o mirandês está à altura de tão importante obra,” assegura o autor.No entanto Amadeu Ferreira já garantiu que a tradução integral de “Os Lusíadas” é um trabalho que será colocado nas livrarias já no próximo ano.Amadeu Ferreira tem igualmente traduzido para mirandês os” Quatro Evangelhos da Bíblia”, trabalho que aguarda oportunidade para a sua edição, já que o autor considera que “editar obras em mirandês não tarefa fácil dado o número reduzido de falantes, e obras desta dimensão necessitam de apoios. ”Os Quatro Evangelhos é outras da obras literárias está traduzida para mirandês ha mais de quatro anos." Radio Bragança
Agradeço não ter nascido "lampiona"
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
«Something Old, Something New, Something Borrowed, Something Blue»
Abundam nos nossos dias os testemunhos da recusa dos "clichés" e dos determinismos ritualizados e culturalmente dominantes, e, em dia de passagem de ano, toca a profanar a letra do azar, que a sorte somos nós que a fazemos!!! Para mim, nesta matéria, a margem do risco, da renúncia ou fuga à tradição, é sempre mais-que-muita, ainda mais acautelando uma sondagem futura que venha confirmar todos os contemplados pelo tão almejado Euromilhões usaram sempre a cueca azul e o Zé Mourinho idem...
Abundam nos nossos dias testemunhos da falência do universo mágico original (na sua génese). Lembro-me da história de um célebre banco de jardim guardado noite e dia por um sentinela, o mesmo sentinela foi destacado cinquenta anos antes, protegendo quem não sabia decifrar o "Pintado de Fresco"... a revelação dos pormenores reais foi recentemente profanada.
Para mim, nesta matéria, a fresca revelação não me encorajaria a sentar no dito banco e não afastaria o sentinela da redondeza ...
Hoje...
Vou tomar um banho temperado com a célebre mistura de salsa, gengibre, mel, canela, noz-moscada, folhinhas de arruda, manjericão, alecrim, malva-rosa, malva-branca e manjerona.
Vou colocar uma nota no sapato, e atirar umas moedas de fora para dentro de casa.
Vou limpar, iluminar a casa e abrir as janelas.
Vou dormir em lençóis novos.
Vou bater panelas.
Vou subir em cima de uma cadeira
Às zero horas vou começar por cumprimentar uma pessoa do sexo oposto.
Dar três pulinhos com uma taça de champanhe na mão.
Vou comer lentilhas, romãs, carne de porco, doze passas,nozes, avelãs, castanhas, tâmaras e suspiros...
PORQUE HOJE É A FESTA DO AZUL CUECA...
NÃO ME RESTA MUITO TEMPO HOJE PARA SEQUER PENSAR EM QUESTIONAR A ORIGEM DA TODA A MINHA SORTE...
ana monteiro
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
O ataque dos bem falantes - Num país sentimental, o contra-poder torna-se fantasia erótica
(...)
"O ano que agora começa anuncia-se politicamente romântico, cheio de cavaleiros andantes, mentiras, traições, difamações, abraços, lamúrias, romagens e promessas. Um ano eleitoral, num país parco de letras e avesso a números, vergado às aparências e à vetusta e desastrosa arte de bem se deixar cavalgar a toda a sela.
O romantismo engana-nos e mata-nos devagar - quando seremos capazes de ver isso?"
Inês Pedrosa . extraído da revista ÚNICA
"O ano que agora começa anuncia-se politicamente romântico, cheio de cavaleiros andantes, mentiras, traições, difamações, abraços, lamúrias, romagens e promessas. Um ano eleitoral, num país parco de letras e avesso a números, vergado às aparências e à vetusta e desastrosa arte de bem se deixar cavalgar a toda a sela.O romantismo engana-nos e mata-nos devagar - quando seremos capazes de ver isso?"
Inês Pedrosa . extraído da revista ÚNICA
o retrato do "novo" Dorian Gray
Ao ouvir Sócrates, na sua mensagem de Natal, fica-se com o conhecimento real que, o primeiro-ministro é o «novo» Dorian Gray.O narcisismo com que Sócrates se glorifica; se pavoneia com artifícios e enfeites que o travestiam de árvore de natal, sem lugar para um qualquer sapatinho; que loucamente se apaixona por tudo quanto produz e, principalmente, faz pensar que produz bem.
Mas, só faz pensar aos incautos.
Dizer que o ano 2009 será um GRANDE ANO para os Portugueses; pois o preço do petróleo está a descer; pois os juros, os tais que ele diz serem «obra» dele, também estão a cair.
E, dias depois, o mesmo narciso vem dizer que afinal 2009 já não será tão GRANDE mas, apenas e tão só, uma GRANDE ....... CRISE.
Pantomineiro......dos GRANDES!!!
domingo, 28 de dezembro de 2008
Bloco/Covilhã defende suspensão de mandato do presidente da câmara
As irregularidades e suspeitas que se avolumam em relação à actuação da Câmara Municipal e do seu presidente levaram a deputada municipal do Bloco/Covilhã a afirmar que Carlos Pinto já deveria ter pedido a suspensão do mandato até ao apuramento da verdade sobre os casos que lhe são apontados. Leia aqui o comunicado .
Etiquetas:
tiradas de mau gosto de um autarca
sábado, 27 de dezembro de 2008
aqui... onde ela está a cair...
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Every me and every you
Sucker love is heaven sent.
You pucker up, our passions spent.
My hearts a tart, your bodys rent.
My bodys broken, yours is spent.
Iggy Pop - Real Wild Child
irregularidades na casa do presidente Carlos Pinto
"A Direcção de Agricultura do Centro anunciou irregularidades numa casa construída pelo presidente da Câmara da Covilhã, mas o autarca desmente e pede uma inspecção urgente ao processo. Em causa está uma denúncia de "violações ao Plano Director Municipal da Covilhã na construção de uma moradia licenciada em nome do presidente da Câmara", explicou à Agência Lusa Rui Moreira, director regional de Agricultura do Centro. O presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto (PSD), afirma-se, em comunicado, sob "uma intolerável suspeita" e anuncia que "até ao apuramento das conclusões", não participará nas sessões municipais. Segundo o responsável da direcção regional de Agricultura, a situação teve origem numa "queixa anónima" e, depois de averiguada no terreno, "foi comunicada em ofício à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro [CDR-C] e à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território [IGAOT]". O imóvel está a ser construído junto ao aeródromo municipal, "numa zona de espaços agrícolas complementares e de protecção e enquadramento, ignorando várias normas previstas no Plano Director Municipal [PDM] da Covilhã (artigo 15) para essas áreas", destacou. De acordo com Rui Moreira e outras fontes dos serviços da Direcção Agrícola, o espaço "não tem a área mínima" prevista para que possa ser construído o imóvel e, mesmo que tivesse, a construção já à vista "não respeita os índices" previstos no mesmo artigo do PDM. Acrescentam ainda que a intervenção no terreno carecia também de um parecer da Direcção Agrícola "que nunca foi pedido". O terreno em causa faz parte de um plano de urbanização já apresentado pela Câmara da Covilhã, mas que "ainda não está em vigor". "Mesmo que estivesse, o que esse plano prevê para ali não são vivendas, mas construção de alta densidade", referiu. Em comunicado, o presidente da Câmara da Covilhã garante que não chegou à autarquia "qualquer pedido de esclarecimento" e refere que "está constituída uma intolerável suspeita" quanto à sua conduta, pelo que exige "que as autoridades competentes se pronunciem". Sem detalhar pormenores do processo de licenciamento do imóvel, Carlos Pinto diz tê-lo enviado à IGAOT e também à Inspecção Geral da Administração Local, "pedindo urgente apreciação dos actos praticados" e solicitou ainda a intervenção do Procurador-Geral da República. "Até ao apuramento destas conclusões, não participarei nas sessões da Câmara da Covilhã", em que o PSD tem uma maioria de cinco eleitos contra dois do PS. Caso o Ministério Público conclua pela falta de fundamentos para a denúncia, o autarca diz que vai apresentar queixa-crime contra o Director Regional de Agricultura do Centro. " Lusa
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
"Embargo efectivo" exige a Quercus relativamente às obras de construção a decorrer no Tortosendo, na Covilhã
“Pedimos à Autoridade que promova o efectivo embargo das obras sob pena de virmos a responsabilizá-la pelos danos que as árvores sofrerem”, disse ao Diário XXI Domingos Patacho adiantando que a sobras nunca estiveram paradas. “Chegaram à Quercus denúncias de tentativas de secagem dos sobreiros através de produtos químicos”, disse Domingos Patacho defendendo que a AFN “tem de agir” para salvaguardar os sobreiros.
AUTARQUIA NOTIFICADA
O pedido de embargo surge depois da Câmara da Covilhã ter sido notificada para suspender os trabalhos até à conclusão do processo de contra-ordenação instaurado pela ANF, com base no auto levantado pela GNR, por abate ilegal de sobreiros.
Datada de 20 de Novembro, a carta da AFN dirigida ao presidente da Câmara da Covilhã dá conta que o licenciamento para arranque de sobreiros “é suspenso até à conclusão do processo de contra-ordenação”.
Dadas as características do coberto vegetal existente no terreno, “não se afigura possível” que os trabalhos possam prosseguir “sem que se repita o arranque não autorizado de sobreiros jovens e sejam causados danos por mutilação nos exemplares que permaneçam no terreno”.
“Caso não sejam imediatamente interrompidas as acções em curso no futuro parque de S. Miguel, no Tortosendo, é intenção desta autoridade fazer embargar os referidos trabalhos”, lê-se no documento a que o Diário XXI teve acesso.
A 21 de Novembro, a AFN fez uma vistoria ao terreno tendo verificado que os trabalhos prosseguiam “causando danos acrescidos e continuados”, lê-se num fax enviado á Câmara da Covilhã reiterando a intenção de recorrer ao embargo das obras.
O pedido de embargo surge depois da Câmara da Covilhã ter sido notificada para suspender os trabalhos até à conclusão do processo de contra-ordenação instaurado pela ANF, com base no auto levantado pela GNR, por abate ilegal de sobreiros.
Datada de 20 de Novembro, a carta da AFN dirigida ao presidente da Câmara da Covilhã dá conta que o licenciamento para arranque de sobreiros “é suspenso até à conclusão do processo de contra-ordenação”.
Dadas as características do coberto vegetal existente no terreno, “não se afigura possível” que os trabalhos possam prosseguir “sem que se repita o arranque não autorizado de sobreiros jovens e sejam causados danos por mutilação nos exemplares que permaneçam no terreno”.
“Caso não sejam imediatamente interrompidas as acções em curso no futuro parque de S. Miguel, no Tortosendo, é intenção desta autoridade fazer embargar os referidos trabalhos”, lê-se no documento a que o Diário XXI teve acesso.
A 21 de Novembro, a AFN fez uma vistoria ao terreno tendo verificado que os trabalhos prosseguiam “causando danos acrescidos e continuados”, lê-se num fax enviado á Câmara da Covilhã reiterando a intenção de recorrer ao embargo das obras.
CONTRA-ORDENAÇÃO EM FASE DE DECISÃO
Apesar das tentativas não foi possível apurar junto da Câmara da Covilhã e do ministério da Agricultura se as obras terão sido embargadas por decisão judicial. Fonte autorizada do ministério da Agricultura disse, porém, que “o processo contra-ordenacional já foi instruído pela Autoridade Florestal Nacional, encontrando-se em fase de decisão”.
Contra ordenações por abate ilegal de sobreiros podem atingir até 30 mil euros, de acordo com decreto-lei 169/2001 que prevê a interdição do uso dos solos por um período de 25 anos. Francisco Cardona - Diário XXI
Apesar das tentativas não foi possível apurar junto da Câmara da Covilhã e do ministério da Agricultura se as obras terão sido embargadas por decisão judicial. Fonte autorizada do ministério da Agricultura disse, porém, que “o processo contra-ordenacional já foi instruído pela Autoridade Florestal Nacional, encontrando-se em fase de decisão”.
Contra ordenações por abate ilegal de sobreiros podem atingir até 30 mil euros, de acordo com decreto-lei 169/2001 que prevê a interdição do uso dos solos por um período de 25 anos. Francisco Cardona - Diário XXI
indulgência
uma auto-comteplação
uma distracção que compensa.
elevamo-nos, sentimo-nos.
preenchemos em nós
o vazio - dos outros.
não nos queremos abandonados.
até nos podem retratar,
num outro - abusivamente nosso
deliberadamente encontrado.
mais recente, mais perfeito
menos outro - outro.
a descoberta do pictórico magestoso,
a perfeição do nosso traço,
um quadro pouco recatado,
enfim... a imposição do nosso
a nossa posse completa
ilusão na perda de outrém!
uma distracção que compensa.
elevamo-nos, sentimo-nos.
preenchemos em nós
o vazio - dos outros.
não nos queremos abandonados.
até nos podem retratar,
num outro - abusivamente nosso
deliberadamente encontrado.
mais recente, mais perfeito
menos outro - outro.
a descoberta do pictórico magestoso,
a perfeição do nosso traço,
um quadro pouco recatado,
enfim... a imposição do nosso
a nossa posse completa
ilusão na perda de outrém!
Mansão de Carlos Pinto na mira da fiscalização:Direcção Regional de Agricultura diz que moradiado presidente da Câmara viola Plano Director Municipal
"A Inspecção Geral da Administração Local está a investigar uma denúncia de ilegalidade na construção da habitação particular do presidente da Câmara da Covilhã. A Direcção Regional de Agricultura diz que 'a obra deve ser embargada'.
Num ofício/denúncia enviado à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT) e à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC), que fiscalizou a obra em causa, diz que a moradia do autarca Carlos Pinto está em "claro desrespeito pelo Regulamento do Plano Director Municipal (PDM)".
Na mesma denúncia onde pede a intervenção das autoridades fiscalizadoras, a DRAPC sublinha uma outra "ilegalidade" cometida no proccesso de construção da imponente moradia do presidente da Câmara da Covilhã: "não foram acautelados os procedimentos administrativos necessários à obtenção de pareceres prévios relativos ao fraccionamento de prédios rústicos e à definição da unidade de cultura". Extraído de JN
Num ofício/denúncia enviado à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT) e à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC), que fiscalizou a obra em causa, diz que a moradia do autarca Carlos Pinto está em "claro desrespeito pelo Regulamento do Plano Director Municipal (PDM)".
Na mesma denúncia onde pede a intervenção das autoridades fiscalizadoras, a DRAPC sublinha uma outra "ilegalidade" cometida no proccesso de construção da imponente moradia do presidente da Câmara da Covilhã: "não foram acautelados os procedimentos administrativos necessários à obtenção de pareceres prévios relativos ao fraccionamento de prédios rústicos e à definição da unidade de cultura". Extraído de JN
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
os cantos de maldoror - mão morta
domingo, 21 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
The Cult's "She Sells Sanctuary"
The Sisters of Mercy - More
dragão ao ataque
Acerto de calendário e nono sucesso consecutivo, num final de ano de aparições constantes e ritmos exigentes. O Dragão desceu à Amadora para vencer um opositor complicado e reforçar a sua autoridade de Tricampeão. O terreno armadilhado e um empate aberrante reformataram a contenda, mas nem assim a tornaram inacessível. Este F.C. Porto avança decidido, misturando classe, magia e crença.A equipa de Jesualdo Ferreira arrancou a mil, posicionando-se para lá do meio-campo e exibindo intenções logo no primeiro minuto, com Fucile a disparar para defesa apertada de Nélson, guarda-redes que viria a cotar-se como um dos melhores do Estrela. Sem apresentações ou cordialidades, o F.C. Porto empurrava o adversário para as cordas, com Hulk a deixar meio mundo a ler-lhe o nome nas costas, antes de servir Lucho para um desenho que merecia terminar em golaço. ler mais
«Jornalista que atirou sapatos a Bush é corajoso»
"O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, destacou a «coragem» do jornalista iraquiano que atirou os sapatos ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, acção que gerou manifestações dentro e fora do Iraque «Menos mal que não tenha acertado. E não é que esteja a promover sapatadas, mas que coragem de verdade» , afirmou Chávez disfarçando um sorriso, durante uma reunião com ministros transmitida esta segunda-feira na televisão pública."SOLterça-feira, 16 de dezembro de 2008
a bang on the Ear (live)
domingo, 14 de dezembro de 2008
Mas o senhor sabe quem eu sou?

Colocado numa posição onde se induzia uma subserviência perigosa, o empregado tentava explicar que aquele jogo era para menores de dezoito anos…
- Mas o senhor não sabe quem eu sou?
Com toda a certeza será gente perigosa! - induziu o empregado, a ameaça induzia o temor de uma tragédia.
-O senhor sabe ou não quem eu sou?
Não… não sabia… a ameaça arranhava-lhe os ouvidos... Estava colocado numa posição de subserviência difícil… com toda a certeza que será gente perigosa… a ameaça forjava a garantia de uma vida postiça e deprimente... induzia um fabuloso tacho numa das empresas do estado, um fabuloso meio tempo, um fabuloso ordenado, ameaças de segurança no adversário, ninguém o parecia incomodar na vida.
-O senhor sabe ou não quem eu sou?
Não… não sabia… a ameaça arranhava-lhe os ouvidos... Estava colocado numa posição de subserviência difícil… com toda a certeza que será gente perigosa… a ameaça forjava a garantia de uma vida postiça e deprimente... induzia um fabuloso tacho numa das empresas do estado, um fabuloso meio tempo, um fabuloso ordenado, ameaças de segurança no adversário, ninguém o parecia incomodar na vida.
O empregado, que sempre se levantou muio cedo, ousou a profecia:
- Mas se o Senhor não sabe quem é como quer que eu lhe diga?
ana monteiro
old song - Old voices, New voices!
sábado, 13 de dezembro de 2008
o palhaço, carregando a corda e a vertigem da escada
- Queres que te atire esta corda?
- Não vou descer pela escada, é mais seguro...
- Pela escada?
- Sim, aqui há esse costume...
- Que raio de hábito! E se deitar o fogo à corda? Chegarias antes dela arder?
- Pela escada?
- Sim, aqui há esse costume...
- Que raio de hábito! E se deitar o fogo à corda? Chegarias antes dela arder?
- Ia ser demasiado emocionante, ainda assim prefiro a escada...
- Que vou fazer eu com a corda?
- Sei lá! Não vais puder usá-la aqui, infringirias a lei!
- Já dominei uma das feras, e não estava dentro de grades, vi-a pela primeira vez numa revista! Ainda fui a tempo...
- Que vou fazer eu com a corda?
- Sei lá! Não vais puder usá-la aqui, infringirias a lei!
- Já dominei uma das feras, e não estava dentro de grades, vi-a pela primeira vez numa revista! Ainda fui a tempo...
- Quem estavas tu a proteger?
- As crianças, mas não me aplaudiram, roubaram-me a corda, teceram uma rede! Vou pescar para o mar, vou assustar os peixes!!!
- Dava mais jeito ao trapezista...
- Ao trapezista?
- Sim, aqui há esse costume...
- Que esquisito, pensei que confiavam nos milhares de mãos que lá em baixo o
- As crianças, mas não me aplaudiram, roubaram-me a corda, teceram uma rede! Vou pescar para o mar, vou assustar os peixes!!!
- Dava mais jeito ao trapezista...
- Ao trapezista?
- Sim, aqui há esse costume...
- Que esquisito, pensei que confiavam nos milhares de mãos que lá em baixo o
tentam apanhar...
- Essa tua corda alguma utilidade deve ter, mas eu vou arriscar o primeiro degrau!
É mais seguro...
- Que vou fazer eu com a corda?
- Vais encontrar utilidade, alguma vez a usaste?
- Não atirei-me sempre da janela, teceram-me uma rede!
- Afinal és mulher!
- Mas não arranjei marido!
- E aqui há esse costume...
- Preferes a escada? Que raio de hábito! Usam a mesma via para subir e descer!
- Que vou fazer eu com a corda?
- Vais encontrar utilidade, alguma vez a usaste?
- Não atirei-me sempre da janela, teceram-me uma rede!
- Afinal és mulher!
- Mas não arranjei marido!
- E aqui há esse costume...
- Preferes a escada? Que raio de hábito! Usam a mesma via para subir e descer!
- E tu não nasceste aqui?
- Sei lá, acho que sim, mas não me lembro de ter inventado as escadas... como as iria transportar? Tão pesadas, tão seguras... com raízes a crescer... e tão cheias de utilidade!!! Vou atar a minha corda a um balão e vou participar em “rodeos”, mas tenho de me apressar não se lembrem de construir uma escada até ao sol e conseguirem apagá-lo antes dele lhe pegar fogo!
- Não entendo... até estranho... durante este tempo não puseste os pés em cima de uma mesa!!!
- Que importa?
- Sei lá, acho que sim, mas não me lembro de ter inventado as escadas... como as iria transportar? Tão pesadas, tão seguras... com raízes a crescer... e tão cheias de utilidade!!! Vou atar a minha corda a um balão e vou participar em “rodeos”, mas tenho de me apressar não se lembrem de construir uma escada até ao sol e conseguirem apagá-lo antes dele lhe pegar fogo!
- Não entendo... até estranho... durante este tempo não puseste os pés em cima de uma mesa!!!
- Que importa?
- Saberás tu viver?
- Não sei... estou no caminho...
- Vais para muito longe?
- Não sei para onde quero ir...
- Posso dar-te sugestões... um pais exótico...
- Correria o risco de não encontrar ninguém como eu! Sempre tive medo de ficar só...
- Alguma vez tiveste alguém?
- Não. Ainda não perdi o medo do escuro! Talvez por medo de quem não me pudesse fazer companhia...
- Tens medo de mim?
- Talvez, mas não és daqueles sons que me fazem cobrir o rosto para adormecer...
- Não te sou tão desconhecido?
- Não... não me recordo de ti!
- Queres que te conte o passado?
- Talvez o saibas fazer melhor do que eu... estive entre tuas mãos...
- Porque vieste ter comigo?
- Tens uma história bem curta para contar... nem precisei criar raízes... muitos sabiam que iria ser um deles, olhavam-me com expectativa, guardavam um segredo que ainda não lhes tinha sido revelado...aguardavam que saísse de casa e lhes dissesse as palavras!!! Depois riam... todos carregavam o que não lhes pertencia...
- Penso que tens medo do que os outros possam não revelar!!! E não tens medo de nada!!! Amanhã vais conseguir apagar a luz antes de adormecer?
- Não me irei esforçar! Vai ficar tudo como está... nem sei ler nas mãos dos outros...
- Um dia quis chegar mais perto... devagarinho... sem dar sinal de mim... avancei ainda mais devagarinho, dando a impressão de não sair do mesmo lugar... temias por ti própria... agora vais embora... amei aquele animalzinho, toquei-o! Sai sem te ter assustado...e aqui é esse o costume...
- Não sei... estou no caminho...
- Vais para muito longe?
- Não sei para onde quero ir...
- Posso dar-te sugestões... um pais exótico...
- Correria o risco de não encontrar ninguém como eu! Sempre tive medo de ficar só...
- Alguma vez tiveste alguém?
- Não. Ainda não perdi o medo do escuro! Talvez por medo de quem não me pudesse fazer companhia...
- Tens medo de mim?
- Talvez, mas não és daqueles sons que me fazem cobrir o rosto para adormecer...
- Não te sou tão desconhecido?
- Não... não me recordo de ti!
- Queres que te conte o passado?
- Talvez o saibas fazer melhor do que eu... estive entre tuas mãos...
- Porque vieste ter comigo?
- Tens uma história bem curta para contar... nem precisei criar raízes... muitos sabiam que iria ser um deles, olhavam-me com expectativa, guardavam um segredo que ainda não lhes tinha sido revelado...aguardavam que saísse de casa e lhes dissesse as palavras!!! Depois riam... todos carregavam o que não lhes pertencia...
- Penso que tens medo do que os outros possam não revelar!!! E não tens medo de nada!!! Amanhã vais conseguir apagar a luz antes de adormecer?
- Não me irei esforçar! Vai ficar tudo como está... nem sei ler nas mãos dos outros...
- Um dia quis chegar mais perto... devagarinho... sem dar sinal de mim... avancei ainda mais devagarinho, dando a impressão de não sair do mesmo lugar... temias por ti própria... agora vais embora... amei aquele animalzinho, toquei-o! Sai sem te ter assustado...e aqui é esse o costume...
ana monteiro
...há coisas que um indivíduo tem de guardar...
Velhote 1 - O Senhor Vítor tem bom olho, eu… é cá uma desgraça! Já nem com óculos! A vista faz tanta falta! Eu gostava de ler e lia de tudo! Um gajo tinha era pouco dinheiro para comprar livros. Hoje é uma desgraça! Chegam à quarta classe sem saber ler e escrever… pior nem a tabuada sabem…Velhote 2 – O Unhais vai à frente…
Velhote 1- O Penamacor é que está a afundar-se…
Velhote 2 – O novo guarda-redes, aquele que veio lá de ao pé de Leiria, já se estreou… dizem que é bom rapaz… parece que anda a tirar um curso na Universidade na Covilhã.
Velhote1 – Campo novo! Isto é outra coisa… Falta é o balneário… no domingo alugaram um autocarro para ir a malta toda…
Velhote2 – Tenho os recortes dos jornais todos … tenho muito anos de Covilhã mas gostar, gostar é da minha terra.
Pausa, um velhote continua a ler e o outro bebe o chá.
Velhote 1 – O gajo que é fogueiro lá no hospital também é de lá… quebrou-se lá o gás… passei lá a tarde toda de Domingo. Dei cabo do braço… tudo me acontece… apagou-se a luz… comecei pela tomada atrás de um guarda-fatos… a mulher teve de lá tirar a roupa toda de inverno… às páginas tantas apanhei lá um esticão… pensava que era mais fácil e mais rápido, com os anos de trabalho um gajo parece adquirir experiência.
Velhote 2 –(sem tirar os olhos do jornal) isto é uma vergonha… pedem-nos para poupar e os aviões vão sempre cheios…para eles não está tão mal como dizem… andam sempre em viagens de negócios…
Velhote 1 – se alguém tem de poupar são os que estão no governo…
Velhote 2 - reduzam os deputados para metade, que vão para o trabalho de bicicleta… tanto dinheiro e tanto malandro que lá está… há-os lá que quando não faltam é só para levantar o braço…
Velhote 1 – os pedreiros às vezes são malandros, espetam com um bocado de cimento… e quem mete os fios está tramado… só ao poder de muito trabalho se encontra a caixa… a mulher disse que teve uma inundação lá em casa?
Velhote 2 – Precisa de um tubo novo… continua a correr a àgua… tenho lá este tubo em minha casa há quinze ou dezasseis anos, veio com uma máquina de lavar da Suíça que estava a escorrer para a sanita. Gosto muito de guardar nem que seja um prego… se calho a deitar o tubo fora agora não o encontrava e não resolvia o problema. Aquilo tem de ser tudo desmontado e colado com silicone. Há coisas que um indivíduo tem de guardar.
Velhote 1 – O gajo que é fogueiro lá no hospital também é de lá… quebrou-se lá o gás… passei lá a tarde toda de Domingo. Dei cabo do braço… tudo me acontece… apagou-se a luz… comecei pela tomada atrás de um guarda-fatos… a mulher teve de lá tirar a roupa toda de inverno… às páginas tantas apanhei lá um esticão… pensava que era mais fácil e mais rápido, com os anos de trabalho um gajo parece adquirir experiência.
Velhote 2 –(sem tirar os olhos do jornal) isto é uma vergonha… pedem-nos para poupar e os aviões vão sempre cheios…para eles não está tão mal como dizem… andam sempre em viagens de negócios…
Velhote 1 – se alguém tem de poupar são os que estão no governo…
Velhote 2 - reduzam os deputados para metade, que vão para o trabalho de bicicleta… tanto dinheiro e tanto malandro que lá está… há-os lá que quando não faltam é só para levantar o braço…
Velhote 1 – os pedreiros às vezes são malandros, espetam com um bocado de cimento… e quem mete os fios está tramado… só ao poder de muito trabalho se encontra a caixa… a mulher disse que teve uma inundação lá em casa?
Velhote 2 – Precisa de um tubo novo… continua a correr a àgua… tenho lá este tubo em minha casa há quinze ou dezasseis anos, veio com uma máquina de lavar da Suíça que estava a escorrer para a sanita. Gosto muito de guardar nem que seja um prego… se calho a deitar o tubo fora agora não o encontrava e não resolvia o problema. Aquilo tem de ser tudo desmontado e colado com silicone. Há coisas que um indivíduo tem de guardar.
ana monteiro
DOGMA 95 -THE VOW OF CHASTITY

"I swear to submit to the following set of rules drawn up and confirmed by DOGME 95:
1.Shooting must be done on location. Props and sets must not be brought in (if a particular prop is necessary for the story, a location must be chosen where this prop is to be found).
2.The sound must never be produced apart from the images or vice versa. (Music must not be used unless it occurs where the scene is being shot).
3.The camera must be hand-held. Any movement or immobility attainable in the hand is permitted. (The film must not take place where the camera is standing; shooting must take place where the film takes place).
4.The film must be in colour. Special lighting is not acceptable. (If there is too little light for exposure the scene must be cut or a single lamp be attached to the camera).
5.Optical work and filters are forbidden.
6.The film must not contain superficial action. (Murders, weapons, etc. must not occur.)
7.Temporal and geographical alienation are forbidden. (That is to say that the film takes place here and now.)
8.Genre movies are not acceptable.
9.The film format must be Academy 35 mm.
10.The director must not be credited.
1.Shooting must be done on location. Props and sets must not be brought in (if a particular prop is necessary for the story, a location must be chosen where this prop is to be found).
2.The sound must never be produced apart from the images or vice versa. (Music must not be used unless it occurs where the scene is being shot).
3.The camera must be hand-held. Any movement or immobility attainable in the hand is permitted. (The film must not take place where the camera is standing; shooting must take place where the film takes place).
4.The film must be in colour. Special lighting is not acceptable. (If there is too little light for exposure the scene must be cut or a single lamp be attached to the camera).
5.Optical work and filters are forbidden.
6.The film must not contain superficial action. (Murders, weapons, etc. must not occur.)
7.Temporal and geographical alienation are forbidden. (That is to say that the film takes place here and now.)
8.Genre movies are not acceptable.
9.The film format must be Academy 35 mm.
10.The director must not be credited.
Furthermore I swear as a director to refrain from personal taste! I am no longer an artist. I swear to refrain from creating a "work", as I regard the instant as more important than the whole. My supreme goal is to force the truth out of my characters and settings. I swear to do so by all the means available and at the cost of any good taste and any aesthetic considerations.Thus I make my VOW OF CHASTITY."
Copenhagen, Monday 13 March 1995On behalf of DOGME 95
Lars vos trier e Thomas Vinterberg
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Chegamos a temer o pior
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Á meia dúzia é mais barato... Vamos de mal a pior!
www.mafiadacova.blogspot.com
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
"ganhamos com paixão"

Milhares de quilómetros depois de uma vitória épica na Liga dos Campeões, a que o adversário de Alvalade pudera assistir confortavelmente do sofá, a equipa do F.C. Porto, alvo de sátiras e gracejos, provou que o acontecera em Kiev não sucedeu por mero acaso. Fê-lo num invulgar assomo de energia e coragem, mesmo reduzido a nove elementos, mesmo depois de duas horas de futebol, de uma dúzia de grandes penalidades e reerguendo-se de uma entrada infeliz no jogo, da qual caiu, como que do céu, a vantagem do Sporting.
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