segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
...luis fazenda o pit bull alentejano...
imagem extraída de http://www.carpinteira.blogspot.com/
"Quem quer debate geral no partido recolhe 20 assinaturas e vem a jogo." Luis Fazenda. Ora aqui está um aferroado e ardiloso padrão de comportamento, em termos de engenharia política, incrivelmente arrogante e refundido numa lógica absurda e pueril.
Lógica apenas aplaudida pelas idólatras clientelas zelosas e devotas das suas implicações nos seus metabolismos, quais coelhos libidinosos, com a gula, do poder e tacho, impregnada no seu genótipo. Estas coisas, literalmente entendidas, encerram uma ilusão de irrefutabilidade:) mas... todos sabemos que quem quer que vá a jogo contra estes sultões instalados, num breve piscar de olhos, arrisca a nem sequer os arranhar, arrisca a ser leigo ridicularizado na sua própria derrota. Estas cínicas moções, maioritárias de antanho, à convenção levam sempre uma míriade (traduzido em beirão por "uma caralhoada", para assinalar a volumosa quantidade) de particularidades e de voltas de avanço, logo na partida, cavalgando nos seus zelosos devotos boys, a quem foram distribuídos tachos (assessores e funcionários) que tudo aplaudem e nada se atrevem a não aplaudir... ...alguém disse que o BE era um partido diferente dos outros?
Sorrateiramente alguém faça as contas... está mesmo blindada a possibilidade do mais expedito atleta bloquista, que se quer como alternativa, de se abeirar da meta, quanto mais ameaçar o trono:), resignando-se a ladrar na beira de uma qualquer estrada...
Lógica apenas aplaudida pelas idólatras clientelas zelosas e devotas das suas implicações nos seus metabolismos, quais coelhos libidinosos, com a gula, do poder e tacho, impregnada no seu genótipo. Estas coisas, literalmente entendidas, encerram uma ilusão de irrefutabilidade:) mas... todos sabemos que quem quer que vá a jogo contra estes sultões instalados, num breve piscar de olhos, arrisca a nem sequer os arranhar, arrisca a ser leigo ridicularizado na sua própria derrota. Estas cínicas moções, maioritárias de antanho, à convenção levam sempre uma míriade (traduzido em beirão por "uma caralhoada", para assinalar a volumosa quantidade) de particularidades e de voltas de avanço, logo na partida, cavalgando nos seus zelosos devotos boys, a quem foram distribuídos tachos (assessores e funcionários) que tudo aplaudem e nada se atrevem a não aplaudir... ...alguém disse que o BE era um partido diferente dos outros?
Sorrateiramente alguém faça as contas... está mesmo blindada a possibilidade do mais expedito atleta bloquista, que se quer como alternativa, de se abeirar da meta, quanto mais ameaçar o trono:), resignando-se a ladrar na beira de uma qualquer estrada...
Este recurso sorrateiro ao falacioso encantamento, do deputado da IUdÊPÊ ou é estéril, ou acumula sementes da própria derrota, é que ... "tudo neste mundo pode ser herdado excepto a esterilidade".
ana monteiro
ana monteiro
sábado, 26 de fevereiro de 2011
...carlos pinto e joão esgalhado violaram instrumentos de ordenamento do território...
Pessoal...desde que não tenhamos intenção de beneficiar ou prejudicar ninguém podemos violar todos a lei que não somos julgados por isso!!! ... assim já estou muito mais descansada...vou então beber uns copitos e fazer-me à estrada...
"A juíza responsável pela decisão instrutória subscreveu a acusação de que os dois autarcas sociais-democratas tinham violado instrumentos de ordenamento do território (planos de urbanização e outros), mas entendeu, ao contrário do Ministério Público, que o fizeram sem o propósito de beneficiarem os donos das construções autorizadas ilegalmente. A intenção de "beneficiar ou prejudicar alguém" é uma das condições exigidas por lei para que se verifique a prática do crime de prevaricação." aqui
...a rainha de copas...
"Nos anos 30, quando foi estabelecido contacto com tribos da Nova Guiné que até então tinham permanecido isoladas do mundo exterior e ignoravam a sua existência, descobriu-se que sorriam e franziam o sobrolho sem ambiguidade como qualquer ocidental, apesar das centenas de milhares de anos de separação desde o último ancestral comum partilhado. O «sorriso» de um babuíno é uma ameaça; o sorriso de um homem é um sinal de agrado: é a sua natureza humana em todo o mundo.
Partindo do pressuposto de que existe uma natureza humana típica, e sem negar a existência de diferenças culturais e de particularidades humanas, Matt Ridley, autor de Genoma, acredita que é fácil tomar como garantida a semelhança sólida que subjaz à raça humana. A sopa de olhos de ovelha, um abanar de cabeça que significa sim, a privacidade ocidental, os rituais de circuncisão, as siestas da tarde, as religiões, as linguagens, as diferenças na frequência do sorriso entre um empregado de restaurante russo e um americano - existe uma míriade de particularidades humanas, bem como de características universais.
É impossível entender a natureza humana sem compreender como esta evoluiu, assim como é impossível perceber como evoluiu a natureza humana sem compreender como evoluiu a sexualidade humana. Tomando o sexo como tema central da nossa evolução, A Rainha de Copas é um inquérito à natureza dessa natureza humana.
A Rainha de Copas foi finalista do Prémio Rhône-Poulenc 1994 para o melhor livro de ciência.
MATT RIDLEY nasceu em 1958 perto de Newcastle Upon Tyne. Doutorado pela Universidade de Oxford, foi investigador na área da Biologia antes de se voltar para o jornalismo científico, área onde foi galardoado com o prémio Glaxo para escrita científica. É autor de Genoma, The Origins of Virtue e Nature Via Nurture."
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
...o funcho e prometeu...
Até agora, os homens se beneficiavam do fogo celeste, que estava à disposição deles porque ele caía sobre os freixos e eles participavam do fogo divino. E Zeus lhes nega o fogo. O que eles farão com a carne que agora eles têm? Será que a comerão crua como os animais ou tentarão achar outra solução? Prometeu sobe ao céu, e no seio de um funcho, uma planta que é uma mentira, em vez de seca no exterior e húmida no interior, é húmida no exterior e seca no interior. E ele dissimula, esconde, a semente do fogo – sperma puros. Ele esconde-a no funcho e volta a descer do céu com seu funcho verde na mão, no qual queima a semente do fogo e ele dá esse fogo aos humanos.
E eis que os homens tem o fogo, um fogo culinário. Eles vão cozinhar a carne com ele, um fogo que é ao mesmo tempo técnico, mas um fogo que foi escondido, como as partes da comida que estavam escondidas sob um falso envelope. É um fogo perecível, é preciso alimentá-lo continuamente, senão desaparece. É um fogo que foi engendrado, é uma semente de fogo.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
...HULK FAZ FALTA...
Pegando na música "O Que Faz Falta" de José Afonso, criei um hino para o Herói de todos nós. A música chama-se "Hulk Faz Falta" e é uma forma de homenagear aquele que tanto tem dado ao Nosso Querido Clube. Mas é, ao mesmo tempo, um grito de raiva por todas as injustiças de que fomos vítimas a época passada. Infelizmente, não tenho dotes musicais que me permitam tocar a música com a letra adaptada. É por isso que conto convosco para levar esta música bem longe. Vamos fazer disto o nosso hino para o resto da temporada. Espero que gostem e divulguem em tudo o que é lado: blogues, facebooks, mails. Sejam criativos!
Hulk Faz Falta
Quando a corja topa da janela
Hulk faz falta
Quando o Vieira já cheira a merda
Hulk faz falta
Hulk faz falta é avisar a malta
Hulk faz falta
Hulk faz falta é avisar a malta
Hulk faz falta
Quando nunca a noite está decidida
Hulk faz falta
Quando a raiva nunca foi vencida
Hulk faz falta
Hulk faz falta é animar a malta
Hulk faz falta
Hulk faz falta é acordar a malta
Hulk faz falta
Quando nunca a vitória teve tão perto
Hulk faz falta
Quando sabes que vais ser campeão
Hulk faz falta
Hulk falta é animar a malta
Hulk faz falta
Hulk faz falta é empurrar a malta
Hulk faz falta
Quando o lampião te morde a canela
Hulk faz falta
Quando a esquina há sempre uma mentira
Hulk faz falta
Hulk falta é animar a malta
Hulk faz falta
Hulk faz falta é empurrar a malta
Hulk faz falta
Quando um mouro te quer atacar
Hulk faz falta
Quando dizem que isto é tudo treta
Hulk faz falta
Hulk faz falta é agitar a malta
Hulk faz falta
Hulk faz falta é libertar a malta
Hulk faz falta
Se o Costa te quer tramar
Hulk faz falta
Se o benfiquista conspira na sombra
Hulk faz falta
Hulk falta é avisar a malta
Hulk faz falta
Hulk faz falta é dar poder a malta
Hulk faz falta
aqui
...uma época de caganeira...
"Ficamos a saber que Saviola " que falhou o jogo de quinta-feira por castigo, fez trabalho individualizado para recuperar de uma gastroenterite".
O que poderia ser algo absolutamente normal, não o é em virtude dos antecedentes de doping na agremiação corrupta e dos inúmeros casos de problemas gastro ocorridos recentemente, inclusive com o argentino.
Senão, vejamos:
Senão, vejamos:
Coentrão em Março
Saviola em Fevereiro
Aimar em Novembro
Maxi em Outubro
Para além das habituais indisposições de Carlos Martins.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
...jovem encontrada morta, no deserto de Afar, após 3,2 milhões de anos......
...AFINAL MUITO POUCO EVOLUÍMOS...
"Lucy é um fóssil de Australopithecus afarensis de 3,2 milhões de anos, descoberto em 1974 pelo professor Donald Johanson e pelo estudante Tom Gray em Hadar, no deserto de Afar (Etiópia) quando uma equipe de arqueólogos fazia escavações. Chama-se Lucy por causa da canção "Lucy in the Sky with Diamonds" da banda britânica The Beatles, e por terem definido-a como uma fêmea.
Em 1924, na África do Sul, o pesquisador australiano Raymond Dart descobriu um crânio com tamanho intermediário entre o dos humanos e o dos chimpanzés. Ele denominou a nova espécie de Australopithecus, que significa "macaco do sul".
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
...O PORTO É O MAIS FORTE...
«Foi uma exibição de qualidade e um resultado extremamente bom. A equipa esteve confiante, teve muita posse de bola, revelou boa organização e dominou totalmente o jogo. Nunca perdemos a referência do começo da temporada, embora seja normal que apareçam jogos mais complicados do que outros. Era um campo difícil, mas conseguimos a vitória. O FC Porto é o mais forte, porque é o melhor ataque, a melhor defesa, está imbatível na Europa e não precisa de abrir conferências de imprensa para mascarar agressões, nem de contratar um jogador no dia em que vai defrontar a sua equipa e tirá-lo de campo. Não tem a força do Benfica relativamente ao impacto da sua marca, como vocês gostam de dizer, mas somos um Porto que triunfa a todos os níveis, cá e na Europa. E não me lembro de ver os jogadores do Benfica tão crescidos quando foram salvos da Liga dos Campeões pela Taça UEFA. Vitórias destas trazem confiança. Foi um desgaste brutal, um jogo de alta intensidade e de grande agressividade. A recuperação mental e física é sempre acelerada.» André Villas Boas
domingo, 13 de fevereiro de 2011
...o ministro dos negócios estrangeiros português deixou os papéis do seu discurso no púlpito. o orador seguinte, o seu homólogo da Índia, sm krishna, leu-os durante três minutos, sem dar conta...
"Como os "nossos" governantes são apenas marionetas de interesses que muitos deles desconhem, qualquer papel que lhes seja posto na frente para fazerem discurso vale, porque estão apenas a representar e a declamar um papel. Isto acontece em Portugal, no Sri Lanka, na UE e na ONU. É a este tipo de poder e pessoas que temos de dar crédito?"
sábado, 12 de fevereiro de 2011
The people have WON! Congratulations Egypt and everyone!
As soon as the announcement was made that Hosni Mubarak had resigned, tens of thousands of Palestinians spontaneously took to the streets all throughout Gaza to rejoice with their Egyptian brothers and sisters, and with all who support freedom, democracy, and human rights. In other areas of Palestine people were also celebrating in the streets -- Hebron, Nablus, Nazareth, Ramallah. I was chanting, cheering and dancing with the hundreds that spontaneously gathered in the Manara - the center of Ramallah. Families brought their children, even sleeping infants to share in the joy of a people's victory. The energy was high; the spirit of the youth, unmistakeable. We filled the center square with the voices of a new generation that refuses to accept subjugation; that dares to dream of a life with dignity.
We chanted:
"Respects from Palestine to the people of Tunis and Egypt; you are leading the revolution"
"The people have brought down the regime" and
"We were not born to live in humiliation, we were born to live free!"
and to the Palestinian "leadership" in Ramallah and Gaza: "The people demand and end to the divisions!"
We sang the words of the famous Tunisian poet Abu al-Qasem al-Shabbi:
"If, one day, a people desires to live, then fate will answer their call.
And their night will then begin to fade, and their chains break and fall."
It is truly a monumental moment in history. The Egyptian youth have shown the world that not even a brutal military dictatorship propped up by the only Superpower in the world can defeat the will of a people. Tunisians and Egyptians have ushered in a new era of people power that we are all a part of!
Being a member of the Free Gaza family, we know you believe this just as much as we do.
Free Gaza is now hard at work organizing, together with national networks and organizations around the world, Freedom Flotilla 2. In May 2011 we will sail again to confront the regime of blockade, occupation and injustice, carrying the spirit of Tahrir Square with us. While our port of call is Gaza, our destination is freedom, human rights and dignity for all Palestinians. Your support as part of this people's movement is vital. Together we will let Israel know that we are tens of millions; that we are not going to allow Israel to continue to kill, main, and oppress with impunity; and that we are not going to back down to violence and intimidation. We are fighting for our collective futures and together we will win.
In solidarity, struggle, and with a renewed sense of hope,
Huwaida
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
...como o mundo de um aldrabão pode mudar em apenas dois dias...uma moção de censura para toda a classe política...
6 de Fevereiro 2011
"O Bloco de Esquerda reserva a sua opção em função dos fundamentos da moção e, para já, não vê “utilidade prática” na sua apresentação. Palavras, ontem, num...a conferência de imprensa em Lisboa, de Francisco Louçã, após uma reunião da Mesa Nacional do partido.
“Sabemos que no dia em que estamos a discutir não tem qualquer utilidade prática a apresentação de uma moção de censura”, disse Louçã."
8 de Fevereiro
"O líder parlamentar do Bloco de Esquerda declara ao Público que a sua bancada não está disposta a dar a mão ao PSD e CDS. “Não nos colocamos na posição de facilitar a vida à direita portuguesa”, afirmou, lembrando que o que poderia significar uma moção de censura aprovada. “Derrubar este Governo para introduzir a revisão constitucional do PSD não é aceitável”.
O BE repete que discutir uma moção de censura neste momento “não tem efeitos práticos”.
10 de Fevereiro de 2011
Francisco Louçã anunciou hoje, no debate quinzenal no Parlamento, que irá apresentar uma moção de censura ao Governo daqui a um mês, no dia 10 de Março - um dia depois da tomada de posse de Cavaco Silva.
“Ai, lá se vai a nação
Se acabar a puta da cocaína”
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
...cadernos do subterrâneo...
Um novo 'herói' apresenta-se na literatura mundial. Ele é ranzinza, fútil, briguento, solitário, anti-social. Ele é pobre, praticamente miserável. Nunca será um grande homem, seja lá o que isso possa significar. Não deixará marcas nas lembranças das pessoas que o conheceram ou dos raros 'amigos' que teve em sua vida. Não tem esperanças, expectativas, projetos, planos. Se os tivesse, como algum dia chegou a ter, seriam vãos, foram vãos. É um neurótico, preso em sua existência inútil. E é um mentiroso, mente para os seus colegas, para a dona da pensão onde ‘vive’, mente para o leitor e, principalmente, mente para si mesmo.
"Sou um homem doente... Sou um homem despeitado. Sou um homem desagradável. Creio que sofro do fígado".
Este homem se revela para nós, solta sua bílis, desnuda o lado sombrio do ser humano. "Quero contar-vos, senhores, mesmo que não desejeis ouvi-lo, porque nem sequer consegui tornar-me um inseto. Declaro-vos solenemente que muitas vezes quis tornar-me um inseto. Mas nem disso fui considerado digno". O prazer está em remoer sua própria humilhação, de sua incompetência social, de se saber, ou se considerar, mais inteligente do que as pessoas que o cercam e perceber que isso não adianta um mínimo. A ciência é uma falácia: "Não me trato e nunca me tratei, embora respeite a medicina e os médicos. Além disso, sou extremamente supersticioso; o suficiente, em todo o caso, para respeitar a medicina. (Tenho bastante instrução para não ser supersticioso, mas sou.)" Ideais, conceitos de beleza, grandiosidade, abnegação... ? Ora, são balelas, ilusões, sonhos dourados que se esgotam no canhestro cotidiano.
Quem é este homem, complexo, angustiado, relegado e esquecido, que não merece sequer ser jogado pela janela em um briga de bar, ser xingado, ou enfrentado? Um tapa na cara seria exultantemente recebido, pois significaria que alguém teria reconhecido sua condição de ser existente, vivo, presente. Mas, ele?! Nada. Até uma dor de dente é bem vinda, pois é viva, latente, manifesta-se.
Quem é esse homem que irrompe na imaginação do contemporâneo, que obriga e "suja" a presença na cultura, nas artes, na literatura do século XX? Quem é este ser desprezível que assoma e toma ares épicos na obra de um Balzac, de um Flaubert, de um Kafka e que anda perdido, tantas vezes despersonalizado, jogado em uma realidade bruta e brutalizante, indistinguível, de regras absolutas e desconhecidas, verdadeiras rodas-vivas esmagadoras de consciências?
"Notas do Subterrâneo" é, em tudo e por tudo, reflexo e motor destas angústias e dos terrores trazidos por uma Modernidade avassaladora, destruidora, tecnologicamente impecável e impessoal, de conflitos sociais e de explorações econômicas nunca antes imagináveis e cujos limites e imposições estão escondidos, enevoados, descentrados. Nunca como antes a presença do dinheiro foi tão preponderante. Nunca como antes, valores humanos foram tão soterrados e humilhados, perdendo sua antiga validade, deixando no seu lugar ... a perplexidade.
Obra-prima de concisão, impacto e aterradora beleza de Dostoievski, "Notas do Subterrâneo" é uma autêntica dissecação a frio, ao vivo e sem contemplações do ser humano metido (ou enterrado) nesta tal Modernidade, com todas as suas indefinições, incertezas, dores e sofrimentos. A densidade psicológica e a acuidade perceptiva desta pequena novela (que nesta edição da Bertrand Brasil não possui nem cento e cinquenta páginas!) são comparáveis, em força e profundidade aos monumentais "Crime e Castigo" ou "Os Irmãos Karamazov".
Ao longo desse monólogo narrativo introspectivo, contraditório, complexo e intrincado, somos levados mais uma vez à confirmação de que a verdadeira obra-de-arte remete ao mais fundo da sensibilidade e do reconhecimento. Somos nós que estamos sendo retratados, carregamos este mesmo subterrâneo conosco, possuímos as mesmas dúvidas, embora quase nunca tenhamos a honestidade de confirmar-las, nem para si mesmo. O espelho foi construído e nunca é fácil olhar para a próxima imagem.
Como sempre, é impossível passar incólume por uma leitura de Dostoievski. Ainda mais quando ele está no auge de sua maestria.aqui
"Sou um homem doente... Sou um homem despeitado. Sou um homem desagradável. Creio que sofro do fígado".
Este homem se revela para nós, solta sua bílis, desnuda o lado sombrio do ser humano. "Quero contar-vos, senhores, mesmo que não desejeis ouvi-lo, porque nem sequer consegui tornar-me um inseto. Declaro-vos solenemente que muitas vezes quis tornar-me um inseto. Mas nem disso fui considerado digno". O prazer está em remoer sua própria humilhação, de sua incompetência social, de se saber, ou se considerar, mais inteligente do que as pessoas que o cercam e perceber que isso não adianta um mínimo. A ciência é uma falácia: "Não me trato e nunca me tratei, embora respeite a medicina e os médicos. Além disso, sou extremamente supersticioso; o suficiente, em todo o caso, para respeitar a medicina. (Tenho bastante instrução para não ser supersticioso, mas sou.)" Ideais, conceitos de beleza, grandiosidade, abnegação... ? Ora, são balelas, ilusões, sonhos dourados que se esgotam no canhestro cotidiano.
Quem é este homem, complexo, angustiado, relegado e esquecido, que não merece sequer ser jogado pela janela em um briga de bar, ser xingado, ou enfrentado? Um tapa na cara seria exultantemente recebido, pois significaria que alguém teria reconhecido sua condição de ser existente, vivo, presente. Mas, ele?! Nada. Até uma dor de dente é bem vinda, pois é viva, latente, manifesta-se.
Quem é esse homem que irrompe na imaginação do contemporâneo, que obriga e "suja" a presença na cultura, nas artes, na literatura do século XX? Quem é este ser desprezível que assoma e toma ares épicos na obra de um Balzac, de um Flaubert, de um Kafka e que anda perdido, tantas vezes despersonalizado, jogado em uma realidade bruta e brutalizante, indistinguível, de regras absolutas e desconhecidas, verdadeiras rodas-vivas esmagadoras de consciências?
"Notas do Subterrâneo" é, em tudo e por tudo, reflexo e motor destas angústias e dos terrores trazidos por uma Modernidade avassaladora, destruidora, tecnologicamente impecável e impessoal, de conflitos sociais e de explorações econômicas nunca antes imagináveis e cujos limites e imposições estão escondidos, enevoados, descentrados. Nunca como antes a presença do dinheiro foi tão preponderante. Nunca como antes, valores humanos foram tão soterrados e humilhados, perdendo sua antiga validade, deixando no seu lugar ... a perplexidade.
Obra-prima de concisão, impacto e aterradora beleza de Dostoievski, "Notas do Subterrâneo" é uma autêntica dissecação a frio, ao vivo e sem contemplações do ser humano metido (ou enterrado) nesta tal Modernidade, com todas as suas indefinições, incertezas, dores e sofrimentos. A densidade psicológica e a acuidade perceptiva desta pequena novela (que nesta edição da Bertrand Brasil não possui nem cento e cinquenta páginas!) são comparáveis, em força e profundidade aos monumentais "Crime e Castigo" ou "Os Irmãos Karamazov".
Ao longo desse monólogo narrativo introspectivo, contraditório, complexo e intrincado, somos levados mais uma vez à confirmação de que a verdadeira obra-de-arte remete ao mais fundo da sensibilidade e do reconhecimento. Somos nós que estamos sendo retratados, carregamos este mesmo subterrâneo conosco, possuímos as mesmas dúvidas, embora quase nunca tenhamos a honestidade de confirmar-las, nem para si mesmo. O espelho foi construído e nunca é fácil olhar para a próxima imagem.
Como sempre, é impossível passar incólume por uma leitura de Dostoievski. Ainda mais quando ele está no auge de sua maestria.aqui
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
...pela queda de sócrates..
"Jerónimo de Sousa deu o passo que faltava para colocar na agenda política o cenário de derrube do Governo de José Sócrates, admitindo pela primeira vez o apoio do PCP a uma moção de censura apresentada pela direita. Mas ontem, Bernardino Soares, o líder parlamentar, foi mais longe, admitindo que os comunistas podem tomar a iniciativa de avançar com uma moção de censura. Que teria o apoio do PSD."
1 - O PS colocou o País em Crise e de mão estendida;
2 - O PS roubou salários/abonos, aumentou impostos, estrangulou o consumo interno e injectou milhares de milhões em bancos falidos;
3 - O povo castigou Alegre a pensar em Sócrates;
4 - O PM engana constantemente os portugueses: seis anos mostraram a sua incompetência e a extrema amizade pelos "boys";
5 - Há limites para o tacticismo: Aguentar este PM porque o que vem aí é pior;
6 - O povo é que sabe quem quer que venha aí;
7 - Urge fazer cair o governo. É altura desta "tropa" dar à sola." aqui
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
...à beira disto o PCP é um menino...
...mesa nacional do BLOCO DE ESQUERDA expulsa militante que não apoiou manuel elegre, vereador em olhão, mas a concelhia do Bloco de Esquerda de olhão reafirma porém o apoio político ao vereador joão pereira...
"Embora não conste da notícia divulgada no site do Bloco de Esquerda, o vermelhos.net soube que a Mesa Nacional deliberou ontem expulsar do partido o vereador da Câmara Municipal de Olhão, João Pereira.
"Embora não conste da notícia divulgada no site do Bloco de Esquerda, o vermelhos.net soube que a Mesa Nacional deliberou ontem expulsar do partido o vereador da Câmara Municipal de Olhão, João Pereira.
O processo contra João Pereira surgiu na sequência de uma tomada de posição pública da Comissão Coordenadora Concelhia do BE, afirmando não apoiar Manuel Alegre, mas a maioria dos presentes numa reunião anterior da MN opôs-se a uma sanção disciplinar por motivos políticos. Posteriormente a MN aprovou a constituição de uma Comissão de Inquérito, para averiguar se João Pereira teria omitido informação ao partido sobre processos judiciais de que será réu, acusação que o militante nega, garantindo que o partido sempre teve conhecimento dos processos.
Na reunião de ontem vários eleitos da MN, pertencentes às correntes minoritárias, recusaram-se a participar na votação que decidiu pela expulsão, por considerarem não terem tido tempo suficiente para analisar a documentação que justificava a proposta de expulsão, a primeira que acontece no Bloco de Esquerda. " aqui
"E a história da acusação tem também muito que se lhe diga. A direcção, quando apresentou pela primeira vez a necessidade da constituição de uma Comissão de Inquérito para averiguar João Pereira não era pelas razões que apresenta agora - a possibilidade de ser um mentiroso e um vigarista - mas sim porque teria publicado num blog a sua posição contra o apoio a Manuel Alegre e que esta tomada de posição feria os estatutos do BE. Foi aí que o Miguel Portas se demarcou desta iniciativa que se preparava para expulsar um camarada do BE (o que seria um precedente inédito e gravíssimo do ponto de vista político, principalmente no partido que se apresenta publicamente como o mais democrático) por manifestar divergências políticas. Por isso o camarada Miguel Portas votou, esse sim, contra a Comissão de Inquérito, da primeira vez que a questão foi levantada. Porque não choveram então mails a dizer que o Miguel Portas protege corruptos e os tem como “aliados”? Mais uma vez, dois pesos e duas medidas…" aqui
domingo, 6 de fevereiro de 2011
...la revuelta árabe y el pensamiento estratégico...
Raúl Zibechi, periodista uruguayo
ALAI AMLATINA, 04/02/2011.- Las rebeliones en Túnez y Egipto, así como las que despuntan en otros países de la región, perfilan un cambio sistémico en la relaciones internacionales que se puede resumir en la desarticulación del papel de los Estados Unidos, y sus aliados, en Medio Oriente.
En junio de 2008 el boletín mensual del Laboratorio Europeo de Anticipación Política (LEAP), advirtió que los regímenes árabes pro occidentales se encontraban a la deriva y que había “60 por ciento de riesgos de explosión político-social en el eje Egipto-Marruecos”. El análisis hacía hincapié en las consecuencias de la “crisis sistémica global” por la cual regímenes afrontarían serias dificultades ante inminentes motines de hambre y verificaba la “incapacidad de Washington y sus aliados europeos para tener un discurso que no sea el de la seguridad”(1).
Cuando se enfoca en Egipto, el Laboratorio registra un crecimiento de la inestabilidad “a causa del estancamiento político en que lo coloca el final del reinado de Mubarak, mientras que el régimen es incapaz de satisfacer las esperanzas económicas y sociales radicalizadas de una proporción creciente de la población”. La conclusión del centro europeo de análisis estratégicos es llamativa a la luz de los hechos actuales: “Para nuestros investigadores, Egipto será políticamente arrastrado por las consecuencias de la entrada en el núcleo de la crisis sistémica global. La inestabilidad social prevalecerá sobre la naturaleza de seguridad pública del régimen”. ler mais aqui
sábado, 5 de fevereiro de 2011
...de quantos deputados se faz a puta duma democracia???...
... é que nem poderia estar mais de acordo com o meu deputado favorito... a grave crise que o país atravessa não se compadece com estes devaneios de sumenos do "ministeriádo" lacão ... e ... durante a semana o partido do deputado, desta esquerda, deu o exemplo de maturidade política, apontando o que é neste momento verdadeiramente importante para resolver a crise, cá está: fazer aprovar um projecto de resolução recomendando a criação de um banco público de gâmetas – ovócitos e esperma, recolhidos em chávena de porcelana. A respectiva proposta só peca por não contemplar uma proposta de legislação para a respectiva a recolha, se respeitando a forma tradicional, a manual, ou a uma forma mais inovadora, quiçá a mecânica... este meu tão querido deputado até poderia propor a adopção da tecnologia, já tão testada e experimentada, no sector de que é comissionável, o do gado bovino...
...reduzir o número de deputados? "não faz qualquer xxxxentido", disso depende a manutenção de muitos empregos e a subsistência de muitas famílias... olha... como por exemplo dos controleiros locais, essa corja de parasitas e espantalhos, como os francos e outros, que andam a mamar no erário público para virem assombrar o pessoal aqui do interior, que anda na luta a sério.
...estes excrementos depravados de ratazana, cuja função é arranjar tachos e benesses para os "afilhados" e lamber o cu dos velhos bodes de lisboa...
...e assunto encerrado que... "não faz qualquer xxxxentido"... mantenha-se pois a dignidade da tão nobre arte "de bater ofídias punhetas ", vulgo: fazer declarações políticas na assembleia da república...
...beijos de-puta-do;) muitos:) :)
...estes excrementos depravados de ratazana, cuja função é arranjar tachos e benesses para os "afilhados" e lamber o cu dos velhos bodes de lisboa...
...e assunto encerrado que... "não faz qualquer xxxxentido"... mantenha-se pois a dignidade da tão nobre arte "de bater ofídias punhetas ", vulgo: fazer declarações políticas na assembleia da república...
...beijos de-puta-do;) muitos:) :)
“Ai, lá se vai a nação
Se acabar a cocaína”
ana monteiroquarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
...plumas
...acho cá uma piada a uns esquerdalhos de falo adormecido que por aí andam que chamam o candidato coelho de populista, tiririca, ignorante e depois deliram e pelam-se com os homens da luta... por essas e por outras é que me está a dar ganas de cortar uma orelha, e delapidar toda a minha fortuna... e enfiar-lhes um falo a sangrar na boca...
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
...uma tesoura de podar a realidade... short story...
Percorria o caminho embalado como que numa partitura de um martelo pneumático. As curvas eram apertadas e a ruas eram estreitas e íngremes, com piso irregular, paralelos, a Ford transit bege, serpenteava convulsivamente, escoltada pelos batedores da GNR. A euforia das sirenes azuis, este espectáculo, no mundo em que nasceu, tem sempre uma assistência apaixonada. O lírico aparato na passagem dos condenados, foragidos, julgados, sentenciados, executados, amotinados, que sempre induzem, em quem observa do ramerrão quotidiano, uma velatura estética insólita.
Desde pequeno tivera sempre dificuldade em apertar e desapertar os sapatos, aquele nó real fora sempre algo de intrigante para ele.
Não bramiu um revólver, não disse “isto é um assalto”, não haveria necessidade de chegar a tanto, não era na realidade um assalto, seria insensato, seria incapaz de o fazer, não a alguém que o recebeu no balcão de forma tão simpática, alguém no seu último dia de trabalho, amanhã… a tão merecida e ansiada reforma, exibia uma mudança radical no penteado, iria, a partir de agora, à semelhança de Hillary Clinton, deixar o cabelo crescer pelos ombros, com um gancho agarrando-o no alto da cabeça, imaginou que ela traria na carteira a foto dos netos que comovidamente as exibia aos clientes que lhe dessem mais tempo para a conversa. Ensaiou as palavras exactas: “Ponha todo o dinheiro dentro destes dois sacos! Discretamente! Faço questão que ninguém aqui se magoe”. Por momentos pareceu exibir um olhar sádico de revolta para com aqueles caracóis bem definido, na magia do tioglicolato de amónio, num loiro a condizer com a sua idade, que ela, outrora e sempre atrás do balcão, agora deixaria para trás. Uma verdadeira partner dissimulada?
Notícia de última hora: ”O famoso ilusionista Arnold Dwayne, nome verdadeito e que manteve como artístico, escapou de uma carrinha celular que tinha acabado de estacionar à porta do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), em Lisboa, para onde tinha sido levado a fim de ser interrogado, após um bem sucedido assalto a uma agência do banco Lennon Brothers na Cruz-de-Pau. O detido encontrava-se algemado a uma corrente que rodeava a cintura da sua túnica cor-de-rosa, tendo estreado as novas algemas love, forradas com pelúcia vermelha, apontadas como de alta segurança.
O ilusionista recolhia, no campo pequeno, os aplausos do seu público enquanto a polícia se deparava com a carrinha celular deserta, conseguindo resgatar as algemas que Dwayne pendurou juntamente com a gravata do condutor do veículo celular na casa de banho do ministério da administração interna, o que levou à demissão imediata do ministro da tutela confrontado com o remoque que alastrou no cisma. O ilusionista, nascido na famosa Peshkopi, onde mantém instalado o seu quartel-general, a empresa fasthands, e de onde continua a expandir o seu rentável negócio e a crescente fama internacional, ficou famoso por casar com a famosa pianista de circo, Betje Janneke, e por realizar muitos truques de magia de grande subtileza como levar o actual primeiro-ministro português a copular com um bode troglodita homossexual.”
Nunca teve necessidade de explicar os seus truques, a realidade fantástica é mais aceite e menos bizarra que a realidade em si, mesmo depois de desmascarado, no público, o truque acciona um disfarçado encantamento na censura interna, uma tesoura de podar a realidade, instalando o bálsamo da ficção.
Desde pequeno tivera sempre dificuldade em apertar e desapertar os sapatos, aquele nó real fora sempre algo de intrigante para ele.
Ana Monteiro
...Nace Tod@via, una asociación para conservar y rehabilitar el ramal ferroviario entre La Fuente-Pocinho ...
Esta noche fue presentada en el salón de actos de la Casa de las Conchas de Salamanca la asociación Tod@via, ante varias decenas de personas, con la intención, dijo su presidente, de “conservar y rehabilitar” el ramal de la línea férrea entre La Fuente de San Esteban-Barca d’Alva-Pocinho.
En diciembre se cumplieron 25 años del cierre de la línea férrea La Fuente de San Esteban-Barca d’Alva, por “motivos económicos”, esgrimían las autoridades en aquel momento. En 2005, el Senado aprobó una resolución en la que rogaba “la reestructuración de la línea con finalidad turística y cultural”. Pero todo sigue igual. Ni tan siquiera se ha quitado la maleza que inunda vías y túneles. No se ha arreglado una traviesa en un puente lo que, es una sugerencia, provoca que algunos puntos sean de un peligro altísimo, con lo que se ruega a los senderistas se abstengan de realizar el recorrido.
Ante tanta desidia de todas las administraciones que ‘no han movido ni un tornillo’de las vías, corresponde a la sociedad civil, es decir, a los ciudadanos ponerse al frente de la recuperación de este obra de ingeniería. Única vía férrea europea declarda Bien de Interés Cultural y única por su singularidad, belleza e importancia constructiva.
Así, nace la asociación Todavía para “conservar y rehabilitar” el ramal de la línea férrea entre La Fuente de San Esteban-Barca d´Alva-Pocinho, como recurso patrimonial, motor cultural y de desarrollo socio-económico que debe ser conservado y transmitido a las generaciones futuras (declarado BIC en el año 2.000 con carácter de Monumento), organizando actividades culturales, deportivas y de formación comunitaria, que conduzcan a un desarrollo adecuado y sostenible del territorio, generando empleo y fomentando la recuperación y/o la transformación del entorno acorde con tales principios .
Además, este grupo de ciudadanos, tanto españoles como portugueses, pretender promover la articulación de la Asociación con los ejes de acción de las instituciones, en busca de un aprovechamiento socio-económico y laboral de los valores culturales y espirituales de nuestro acervo patrimonial: vías de comunicación e infraestructuras, paisaje natural y paisaje intervenido, arqueología, tradición histórica y modernidad, manifestaciones artísticas y folclóricas, variantes lingüísticas, formas y medios de producción, etc. Así como intervenir en el desarrollo sostenible, armónico y cohesionado de los territorios de frontera hispano-lusa, a través de la promoción y colaboración con todo tipo de estructuras y colectivos que participen en la sociedad civil
Finalmente, entre sus finalidades está cooperar con todas aquellas organizaciones e instituciones sociales, públicas o privadas, de carácter local, autonómico, nacional o trasnacional que puedan compartir intereses en cualquier aspecto de los anteriormente mencionados.
Actividades previstas a corto plazo
Las actividades previstas por la Asociación para el cumplimiento de sus fines son todas aquellas que tiendan a conseguir una mayor efectividad de la Asociación, en consonancia con sus fines y utilizando para ello los medios que permita la legalidad vigente.
En primer lugar, explicaron en su presentación, está realizar un proyecto de turismo activo para poder desbrozar la vía. Que se realizará a finales de este mes o inicios del próximo en un tramo entre Lumbrales e Hinojosa de Duero.
Además, existe una propuesta de volver al funcionamiento de las biclonetas hacia Vega de Terrón. En cuanto al regreso, apuntó la directiva, se realizará un concurso de ideas sobre vehículos que puedan recorrer la vía en sentido ascendente, utilizando nuevas fuentes energéticas.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
...volver a nacer...
"Sinopsis: En 1984 el gobierno colombiano y la guerrilla de las FARC acordaron el cese el fuego para iniciar conversaciones de paz. Un año después surgía un movimiento político en el cual los guerrilleros participarían cambiando el fusil por el discurso: la Unión Patriótica. Al proyecto se sumaron excombatientes, las principales fuerzas de izquierda e incluso liberales, conservadores y dirigentes sociales que buscaban una vía pacífica para llevar a cabo los profundos cambios que Colombia necesitaba. Los magníficos resultados obtenidos en las elecciones de 1986 desencadenaron el comienzo del genocidio político de la UP: en menos de una década fueron asesinados unos 4.000 simpatizantes y militantes, la mayoría a manos de paramilitares, militares y policías plenamente identificados, a pesar de que no ha habido casi ninguna condena. Quienes dieron la orden de matar todavía permanecen ocultos bajo el oscuro manto de la impunidad. Unos y otros actuaron conjuntamente por miedo a que la UP se convirtiera en una opción real de poder en Colombia.
Durante todos estos años de persecución, centenares de militantes de la UP abandonaron Colombia para escapar de las balas. Volver a nacer reconstruye la trágica historia de este partido a través de los testimonios de las y los exiliados en España. Sus vidas son un ejemplo de lucha por la defensa de los derechos humanos en su sentido más amplio y representan una alternativa al conflicto que desangra su país desde hace décadas. Fueron hombres y mujeres valerosos que lo dieron todo por sus ideales y en el camino perdieron a sus compañeros, hijos, padres, amigos, conocidos… Hoy, en medio del dolor por tantas ausencias, se sienten orgullosos de lo que fueron y de lo que son aunque no puedan regresar a Colombia."
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
«Eu é que era o miúdo que não me sabia comportar, que não sabia lidar com a pressão e, afinal, o graúdo faz figuras piores»
"A suposta agressão de Jorge Jesus a Luís Alberto, jogador do Nacional, não passou ao lado dos corredores do Dragão. André Villas-Boas foi viperino ao analisar o incidente que envolveu o treinador do Benfica no passado sábado.
«Eu é que era o miúdo que não me sabia comportar, que não sabia lidar com a pressão e, afinal, o graúdo faz figuras piores», sublinhou o técnico do F.C. Porto. «Da nossa conta isso não é. Acho que é da conta da Comissão Disciplinar da Liga. Cada um é responsável pelos seus actos. Registo apenas com curiosidade a discrepância na análise destes actos relativamente àquilo que se passou nas minhas duas expulsões. É uma diferença brutal nas opiniões dadas.»
Segundo foi possível apurar, o relatório do árbitro Rui Costa nada refere em relação ao momento de Jesus e Luís Alberto. Villas-Boas aproveita para lançar mais alguns argumentos quentes. «O que sei foi apenas o que vi nas imagens televisivas. Há proteccionismo evidente em determinado tipo de situações, por parte de alguma comunicação social. Não é novo, é cultural, e é isso que nos faz chegar ao sucesso. O F.C. Porto agradece.»
E mais ironia: «Condicionei o árbitro João Ferreira»
O presidente do Beira-Mar acusou, em declarações à Renascença, André Villas-Boas de ter pressionado decisivamente o árbitro João Ferreira, no jogo de sábado entre aveirenses e F.C. Porto.
Mordaz, o treinador respondeu esta segunda-feira. «É a opinião dele. As minhas palavras foram para condicionar o árbitro e o nosso penálti não era penálti. Irónico? É a minha liberdade de expressão.»"
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
... agora que sócrates prometeu fidelidade ao cavaco... alegre pode continuar as suas caçadas com aquele ministro do cavaco, o loureiro... quem sabe não foi ele que lhe pediu a ode para o BPP, numa dessas caçadas!!... manuel alegre, também poderá prometer fidelidade nas caçadas ao dias lloureiro... e quem sabe, pensar num novo poema , para o banco, quando tudo prescrever...assim fica tudo na mesma, porque têm a mania que as presidenciais é um zangar de comadres quando se sabe que todos comem à mesma manjedoura... imagino o alegre e o loureiro em Cabo verde, na ressaça das eleições a traçar o plano das próximas caçadas,a dançar mornas ao som dos conjunto "os tubarões", com música do dias loureiro e poemas do manuel alegre...
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
...abstenho-me conscientemente...
"Porque é tão legítimo o dever de votar quanto de nos abstermos de votar. Se não concordamos com o governo ou com quem nos governa, para quê votar em branco e contribuir para maiorias absolutas ou votar no candidato 'do mal o menos'? Apelamos a uma adesão em massa à abstenção. É um direito como qualquer outro, de expressar o descontentamento pelo modo como somos governados!"
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
...elizabeth gilbert on creativity...
Por vezes volto para casa quase a correr, a mente tão saturada de ideias e impressões, que tenho de me apressar para escrever alguns apontamentos...Estas experiências, que acontecem repetidamente, só me convencem de que "nós" não criámos nada, mas que "algo" o cria por nós, através de nós, e, se estivéssemos realmente sintonizados, faríamos o que Whitman sugeriu: criar as nossas próprias Bíblias. E, quando a terrível "máquina-mente"começa a trabalhar, o problema é como receber tudo o que me chega pelas ondas."
Henry Miller in "O Big Sur e as leranjas de Jerónimo Bosch", pag.110
extraído de www.pintur-as.blogspot.com
domingo, 16 de janeiro de 2011
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