sexta-feira, 19 de outubro de 2007

FLATULÊNCIAS MUNICIPAIS


No âmbito das comemorações do 137º Aniversário da Elevação da Covilhã a Cidade irá decorrer com toda a pompa o Baptismo do Braço Telescópico com Escada em Plataforma Mecânica Móvel dos Bombeiros Voluntários da Covilhã - UFA!!! o peso do nome e a largura é mais pesado e ultrapassa o comprimento da dita.

O nosso Primeiro Ministro irá com toda a certeza deslocalizar a reunião com os seus parceiros europeus para a Covilhã dada a importância desta cerimónia.

Coligações Aberrantes na Câmara de Lisboa


O PSD apresentou uma proposta que, na prática, anula o despacho de José Sá Fernandes para suspender a prática de tiro a chumbo no Parque Florestal de Monsanto.Carmona Rodrigues apresentou uma proposta sobre assessores da Câmara. A proposta foi aprovada com apenas um voto contra - o do BE. O limite salarial de cada assessor passou a ser quase 800 contos...
A última reunião de Câmara em Lisboa trouxe más notícias para a cidade:
1 - O PSD apresentou uma proposta que, na prática, anula o despacho de José Sá Fernandes para suspender a prática de tiro a chumbo no Parque Florestal de Monsanto. Os pretextos são vários e até os jogos olímpicos de Pequim serviram de justificação, pois poderão haver atletas com necessidade de treinar... Talvez por serem os jogos olímpicos da China, o PCP se tenha abstido, deixando assim passar a proposta com os votos favoráveis de PSD, Carmona e Roseta.
2 - Carmona Rodrigues apresentou por seu turno uma proposta sobre assessores da Câmara (uma especialidade sua, como sabemos). Apesar de no início do mandato, muito por nossa influência, a Câmara ter fixado um limite máximo de assessores por força política - mesmo que esta assuma pelouros, o que foi uma grande novidade no país - pretendia Carmona, poder desmultiplicar esse número de qualquer forma, desde que, o valor somado dos salários, não ultrapassasse o valor máximo de salário permitido para cada assessor (€3.064,21), multiplicado pelo número de assessores máximo permitido pela resolução inicial.
José Sá Fernandes afirmou que se tal proposta fosse aprovada, estar-se-ia a desvirtuar a resolução inicial, que tinha como objectivo dotar os vereadores de um pequeno gabinete de apoio, com técnicos qualificados, que fossem da sua confiança política, conhecessem bem o seu programa, etc.
O Vereador das Finanças do PS, por seu turno, declarou que as contas estavam mal feitas: um assessor deveria poder ganhar não €3.064, mas sim €3.950 e isso é que tinha de estar na proposta!
A proposta foi aprovada com apenas um voto contra - o do BE. O limite salarial de cada assessor passou a ser quase 800 contos e, por exemplo, qualquer Vereador pode, em vez de contratar um assessor, fazer uma avença de 100 contos por mês a 8 pessoas.
Sá Fernandes já disse que não ia mexer nem no número de pessoas do seu gabinete nem nos salários (substancialmente mais baixos). Outros não o farão com certeza, senão, não teriam aprovado a proposta.
3 - Sá Fernandes apresentou uma proposta que visava a avaliação formal, feita por uma comissão idónea, dos terrenos do Parque Mayer e dos terrenos da antiga Feira Popular. A ideia era tornar claro aquilo que toda a gente já sabe: PSD e Carmona trocaram ouro por carvão, lesando a CML em milhões de euros. Com uma avaliação dessas na sua mão, o município poderia contestar a permuta feita pela direita.
No entanto, aterrorizados com a perspectiva de dar mais visibilidade ao Vereador que recusou 200 mil euros para ficar calado sobre este negócio, PCP e Helena Roseta juntaram os seus votos aos dos autores da permuta e derrotaram a proposta.
O combate político no concelho de Lisboa está a ficar cada vez mais complexo. Também nunca pensamos que seria fácil... Uma coisa é certa: o aristocrático Clube Português de Tiro, as clientelas partidárias e os traficantes de influências, escusam de dormir descansados.
Bernardino Aranda em "www.esquerda.net"

comissio da esquerda europeia


200 mil foram às ruas por uma Europa Social





"Foi a maior manifestação dos últimos 20 anos, disse o secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva. Pelos cálculos da própria polícia, foram 200 mil os trabalhadores e trabalhadoras que responderam ao apelo da CGTP para se manifestarem diante da cimeira de chefes de Estado e de governo da União Europeia, atrás de uma faixa em que se lia: "Por uma Europa social - emprego com direitos". "Pela sua dimensão e pelas suas características, hoje é um dia histórico», disse Carvalho da Silva, sublinhando que agora "vão ampliar-se as alianças sociais e a luta dos portugueses"

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza




Em 2006, 23.5 milhões de pessoas em todo mundo levantaram-se contra a pobreza.Um novo recorde do Guinness foi estabelecido quando milhões de vozes recordaram aos líderes mundiais que a cada dia 50 mil pessoas morrem de pobreza extrema.
Em 2007 o objectivo é bater novo recorde.
No ano 2000, líderes de 189 países assinaram a Declaração do Milénio, um plano global para reduzir em metade a pobreza extrema até 2015; no entanto, a cada dia que passa, 50 000 pessoas morrem de pobreza extrema e desigualdade entre ricos e pobres não para de aumentar.

É urgente portanto LEVANTARMO-NOS E FAZERMO-NOS OUVIR, para que os governos honremos seus compromissos. Tal só acontecerá se tomarmos uma posição clara.

LEVANTA-TE E FAZ-TE OUVIR é uma iniciativa conjunta do apelo Global para a acção contra a pobreza (GCAP), pobreza zero em Portugal e da campanha do milénio das nações unidas - representada em Portugal pelo Objectivo 2015.

O Clube Agenda 21 da Escola Secundária Campo Melo associa-se a esta iniciativa e no dia 17 de Outubro toda a comunidade levará para a escola um balão branco, uma peça de roupa branca ou um lenço banco e no intervalo das 11.40 h vai ser lido o “manifesto contra a pobreza” e seguidamente iremos levantarmo-nos pela pobreza e cantar o "imagine" de Jonh Lennon.

sábado, 13 de outubro de 2007


Só a luta vence o abuso" é o slogan dos cartazes que o Bloco pôs na rua desde o fim de semana passado. Com esta iniciativa, o movimento quer dar a conhecer os temas que vão dominar a agenda do debate com o governo Sócrates no Orçamento de Estado. O cartaz aponta o desemprego, a precariedade e os juros altos como os sintomas de um "país posto no prego" pelo social-liberalismo.

libertem a birmânia


"A Birmânia (Myanmar) é um país do sudeste asiático de que pouco se fala. Faz fronteira com a o Bangladesh,a Índia, a China,o Laos, a Tailândia, e o Oceano Índico. Tem 676 552 Km2 ( uma superfície ligeiramente superior à de Portugal, Espanha e Irlanda, juntos ) e 45 106 000 Habitantes (67 Hs./km.2). Os seus habitantes são maioritariamente birmaneses (69%), aparentados com tibetanos e, mais vagamente, com chineses. Alguns outros povos habitam em 7 Regiões Autónomas (Chin, Kachin, Kayah, Kayin, Mon, Rakhine, e Shan), onde os seus direitos têm vindo a ser violados, pelo que tem havido, e se mantêm, revoltas em várias das mesmas. A capital, tradicionalmente, era Rangoon, agora chamada Yangon: Todavia, em 2006, o governo mudou a capital para uma cidade nova, a cerca de 400 quilómetros para o interior, chamada Nay Pyi Taw (ou Daw). A cultura é inspirada na civilização indiana, e a religião dominante é a Budista.
A Grã-Bretanha dominou o País no século XIX, e integrou-o no seu “Império das Índias”, até que, pouco antes da Segunda Guerra Mundial (1937), a considerou colónia separada. O Japão ocupou o território entre 1942 e 1945. Em 1948, a Birmânia tornou-se independente, tendo sido governada por regimes mais ou menos democráticos, com breves interrupções, até à década de 1970, quando uma Junta Militar tomou o poder. Essa mesma junta tem vindo a governar ditatorialmente o País, embora se tenham sucedido vários Chefes de Estado. O seu ideal é vago. Fala-se num “Socialismo Birmanês”, que ninguém sabe explicar muito bem o que é. De socialismo nada parece ter, e de democracia também não. Em 1988, ocorreram violentas revoltas populares, esmagadas sem piedade. Os protestos internacionais, infelizmente não muito convincentes, fizeram-se ouvir. Em 1990, realizaram-se, mesmo assim, eleições livres, em que a oposição à Junta Militar, chefiada pela futura Prémio Nobel da Paz (1991) Aung San Suu Kyi, recebeu cerca de 90% dos votos. A vencedora não chegou a ser chamada a formar governo, pois a Junta declarou nulos os resultados da eleição, e voltou a governar ditatorialmente. Aung San Suu Kyi foi colocada em prisão domiciliária, onde permanece até hoje. Toda a oposição foi e é reprimida com brutalidade, o que inclui massacres, “desaparecimentos”, torturas, “eliminações”, sempre em nome de uma ideologia de que ninguém entende os contornos. Em 1989, a Junta decidiu mudar o nome do País de Birmânia, ou Burma, para Myanmar, expressão que contém em si o conceito de Comunidade. A nova capital, já referida, foi construída de raiz, e é um conjunto gigantesco, com edifícios enormes e dispendiosos, para onde estão a ser conduzidos, muitas vezes à força, milhões de birmaneses (já se conta mais de um milhão). O País, outrora um dos mais ricos da região, tem vindo a empobrecer a olhos vistos. Florescem vários tráficos ilegais, parecendo que alguns deles estarão a ser exercidos por membros da Junta Militar no poder. O calvário do Povo birmanês é cada vez menos suportável. Vimos na Televisão, nos últimos dias, grupos de populares, apoiados pelo Clero Budista, sair à rua e defrontar as forças repressivas. Todavia, não parece terem saído vencedores. A Junta, tudo o indica, retomou o controle da situação. Internacionalmente, apesar das críticas, hipocritamente menos sonoras do que em vários outros casos paralelos, subsistem reservas por parte de alguns países, com interesses económicos na região, e até com ligações económicas aos tiranos da Junta. Num mundo cada vez mais globalizado, e onde se procura que os Direitos Humanos sejam cada vez mais respeitados, o apoio internacional à luta do Povo Birmanês pela Liberdade é indispensável. Não nos calemos. Em toda a Terra, tem de predominar a dignidade humana."
CLUBE DOS DIREITOS HUMANOS
(Esc. Sec. Rai. Santa Isabel de Estremoz)
Texto de Carlos Luna

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

ASSEMBLEIA MUNICIPAL - MOÇÃO CONTRA O AUMENTO EXAGERADO DO CUSTO DA ÁGUA AO CONSUMIDOR PELA EM – ÁGUAS DA COVILHÃ


“A situação de asfixia financeira devido a dívidas acumuladas e a redução drástica do financiamento das autarquias por parte do governo central levou este executivo camarário a tomar a iniciativa de alienar 49% da empresa ADC ao sector privado.
Por declarações públicas deste executivo sabemos que o negócio está à beira de ser concluído a não ser que o Tribunal Central Administrativo e Fiscal do Sul aceite como válida a Providência Cautelar apresentada pela cidadã Ana Maria Monteiro.
O executivo camarário aprovou uma subida significativa e desmesurada deste bem público, que o deveria continuar a ser, a água.
O Bloco de Esquerda considera esta subida inaceitável e resultado de uma pressão por parte da empresa ganhadora do processo que com toda a certeza se irá comprometer, por uma questão de manter a boa imagem perante os munícipes, a não subir o preço da água nos primeiros anos de gestão. Ora com esta aumento injustificado e inoportuno, a Câmara Municipal da Covilhã assume de antemão o ónus da responsabilidade.
Esta medida deste executivo camarário vem mais uma vez agravar e fazer irromper as dificuldades de sobrevivências dos mais carenciados.
Reafirmamos que a água, mais que um bem público, é um direito social, que deve ser cuidado como direito democraticamente partilhado e não alvo de contingências estreitas de comércio.
A Assembleia Municipal da Covilhã, reunida no dia 4 de Outubro de 2007, delibera considerar inaceitável este aumento exagerado do preço da água pela EM - ADC e vota contra a nova proposta de subida dos preços da água no concelho por parte deste executivo camarário."
Esta foi a Moção apresentada pelo Bloco de esquerda e toda a bancada PSD incluindo os Presidentes de Junta de Freguesia eleitos pelo PSD e independentes com apoio deste partido.

Assembleia Municipal-Período antes da ordem do dia


1. Pergunto, Senhor Presidente da Assembleia Municipal, pelo resultado da tão famigerada Comissão de Inquérito ao Dr. José Armando Serra dos Reis, promovida pela Maioria desta Assembleia, sobre a questão da cessação imobiliária de terrenos baldios nas Penhas da Saúde pelo Baldio de Cortes do Meio.
2. Pergunto igualmente o que é que a Maioria numérica desta Assembleia tem a dizer ao escandaloso donativo da SOMAGUE ao PSD por ocasião das autárquicas de 2001 tornado público pelo Tribunal Constitucional este Verão? Ficámos esclarecidos sobre algumas das fontes de financiamento do PSD. A propósito, mas a SOMAGUE também tem negócios aqui pela Covilhã, não tem? Há pois legitimidade para estarmos vigilantes, parece-nos.
3. Oh Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Cortes do Meio, esclareça-nos lá sobre a legitimidade e legalidade da tal “medalha de mérito” que a Junta de Freguesia de Cortes do Meio atribuiu ao Reverendo Bispo da Diocese da Guarda! E que Sua Excelência Reverendíssima ridiculamente aceitou?
4. Os casos repetem-se: os hospitais empurram para fora deles os cidadãos idosos com prementes necessidades de acompanhamento médico. Há países onde a eutanásia está legalizada mas com o devido e cuidadoso acompanhamento médico. Em Portugal estamos a assistir às tão propaladas políticas economicistas que promovem a eutanásia encapotada, sem o devido acompanhamento médico. Os idosos não são um bom negócio para a Organização Mundial do Comércio e este governo, seu fiel comissário, aposta na morte dos idosos para poupar nas reformas e nos serviços de saúde, evidentemente custosos com os doentes idosos. Como escrevia a jornalista espanhola Rosa Montero no El País de 12 de Agosto de 2007, “Ser viejo es un trayecto”, e, minhas senhoras e meus senhores, torna-se premente conceber novas políticas e novas formas de vida e organização gerontologica, porque para novos velhos são urgentes políticas novas. Um grande projecto de cidadania.
5. Para quem tenha ainda dúvidas que o governo de José Sócrates é o mais fiel promotor das reformas anti-sociais, em Portugal, propostas pela Organização Mundial do Comércio, leia-se o que diz um ministro socialista do governo de direita de Sarkozi, no Nouvel Obsevateur n.º 2231, de 9 de Agosto, página 29, e que declara que o governo de direita francês não se atreve a ir tão longe nessas reformas quanto o governo socialista português, e conclui, dizendo, “quando olhamos para o que se passa em Portugal, constatamos que aqui não há uma quarta parte dessas reformas.”.
(José Serra dos Reis)

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

ALTA TENSÃO


"O Supremo Tribunal Administrativo recusou ontem admitir o recurso da Rede Eléctrica Nacional (REN), mantendo assim a decisão de que a REN deve desligar a linha de muito alta tensão entre Fajões e Trajouce, no concelho de Sintra. Uma vitória que deve ser lembrada esta tarde, quando a população de Vale de Fuzeiros, concelho de Silves, se manifestar frente às instalações da REN para protestar contra a linha de alta tensão que vai atravessar a freguesia. Os habitantes desta freguesia estão a preparar uma providência cautelar para evitar a instalação desta linha. Alegam que os riscos para a saúde existem, uma vez que a linha Portimão-Tunes vai passa muito próximo de habitações e terrenos de cultivo e atravessar propriedades com projectos de turismo rural.

À falta de estudos sobre os efeitos para a saúde destas linhas por parte da entidade que as implementa de norte a sul do país, o delegado de saúde pública de Guimarães afirmou ao Diário de Notícias que está a realizar um estudo epidemiológico. Em causa está o que se passa na freguesia de Serzedelo, onde a população tem notado o aumento da incidência de doenças do foro oncológico (76 casos detectados nos últimos 10 anos). O mesmo acontece no bairro da Encosta de São Marcos, em Sintra, onde a Comissão de Moradores afirma que só no ano passado morreram cinco pessoas com doenças oncológicas, tendo movido uma acção popular contra a REN com o apoio de José Sá Fernandes. Também os moradores desta freguesia estarão presentes na manifestação promovida pelos habitantes de Vale de Fuzeiros. O Supremo Tribunal Administrativo recusou ontem admitir o recurso da Rede Eléctrica Nacional (REN), mantendo assim a decisão de que a REN deve desligar a linha de muito alta tensão entre Fajões e Trajouce, no concelho de Sintra. Uma vitória que deve ser lembrada esta tarde, quando a população de Vale de Fuzeiros, concelho de Silves, se manifestar frente às instalações da REN para protestar contra a linha de alta tensão que vai atravessar a freguesia. Os habitantes desta freguesia estão a preparar uma providência cautelar para evitar a instalação desta linha. Alegam que os riscos para a saúde existem, uma vez que a linha Portimão-Tunes vai passa muito próximo de habitações e terrenos de cultivo e atravessar propriedades com projectos de turismo rural.

À falta de estudos sobre os efeitos para a saúde destas linhas por parte da entidade que as implementa de norte a sul do país, o delegado de saúde pública de Guimarães afirmou ao Diário de Notícias que está a realizar um estudo epidemiológico. Em causa está o que se passa na freguesia de Serzedelo, onde a população tem notado o aumento da incidência de doenças do foro oncológico (76 casos detectados nos últimos 10 anos). O mesmo acontece no bairro da Encosta de São Marcos, em Sintra, onde a Comissão de Moradores afirma que só no ano passado morreram cinco pessoas com doenças oncológicas, tendo movido uma acção popular contra a REN com o apoio de José Sá Fernandes. Também os moradores desta freguesia estarão presentes na manifestação promovida pelos habitantes de Vale de Fuzeiros."

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

É UMA ABERRAÇÃO CONTRA A DEMOCRACIA!!!


ACORDO PS/PSD PARA A LEI ELEITORAL DAS AUTARQUIAS LOCAIS

Foi noticiada pela comunicação social a conclusão de um acordo entre o PS e o PSD para a alteração da lei eleitoral das autarquias locais. Segundo foi divulgado, o acordo prevê que qualquer resultado eleitoral seja forçadamente traduzido em maiorias absolutas no executivo municipal.

Trata-se da introdução “a martelo” de uma distorção na proporcionalidade eleitoral e que perverte a democracia: Visam, afinal, alterar as regras para que, por força das dinâmicas e dos resultados, ganhe sempre um dos dois do costume, ou um ou outro, como irmãos a partilhar o poder à vez.

Pelo que já se sabe, da aberração acordada entre as direcções do PS e do PSD forçosamente resultará um maior fechamento e uma maior opacidade da acção das câmaras, terreno mais favorável ao arbítrio e ao caciquismo.

Para o Bloco de Esquerda isso é preocupante e condenável -- e agora ainda mais, pois há escassos 10 dias, foi promulgado o Dec-Lei 316/2007 que atribui muito maiores responsabilidades e competências aos municípios no planeamento e na gestão do território municipal.

Ora, quando no quadro actual, já é o que se sabe e, sobretudo, o que não se sabe sobre a revisão do PDM e a elaboração de Planos de Pormenor, facilmente se antevê o que aí vem. Se já se sabe pouco, menos ainda se saberá no futuro, tudo bem fechado nos gabinetes, longe da atenção, do debate e do escrutínio públicos e, ainda mais, bem longe da atenção dos restantes partidos da oposição.

Tal é o resultado previsível do acordo entre os directórios do PS e do PSD, ou para sermos ainda mais rigorosos, é este o almejado resultado pretendido por estes dois partidos, pesem embora as também mais do que previsíveis declarações em sentido contrário.

Aliás, até nisso até estão bem uns para os outros, mas (infelizmente) ambos estão muito mal para a transparência, para democracia e para os cidadãos.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

"Na equipa que treino mando eu!"


"Ás vezes é mais fácil fugir que ficar num abraço muito prolongado"




"Quer queiram quer não sou mesmo especial"




Pago para ver quantas vezes nos próximos 50 anos o chelsea vai voltar a ser campeão!!! quem sabe daqui a 30!!!
Parabéns Mourinho!!! Para além do ser o melhor treinador é também o homem mais bonito do mundo!!!

Tribunal Central Administrativo do Sul analisa providência cautelar



"Bloco de Esquerda quer travar venda de 49 por cento da Águas da Covilhã.
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco (TAFCB) considerou que a deputada municipal Ana Monteiro não tinha legitimidade para solicitar uma providência cautelar, mas a instância Central resolveu apreciar o pedido.
O Tribunal Central Administrativo do Sul (TCAS) vai chamar a si a análise da providência cautelar apresentada por Ana Monteiro, deputada do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal da Covilhã, contra a venda de 49 por cento do capital da empresa municipal Águas da Covilhã (AdC). Para que aquela instância judicial se pronuncie sobre a matéria de facto, falta apenas ouvir as partes [Ana Monteiro e a Câmara da Covilhã] no prazo de cinco dias a partir da notificação assinada pelo juiz desembargador Fernando Paz datada de 17 de Setembro. “Afigurando-se-nos que o recurso deve proceder”, o TCAS deve conhecer “o mérito da causa”, refere o documento a que o Diário XXI teve acesso. A notificação surge quase dois meses depois do Ministério Público do TCAS ter emitido um parecer onde atribuía legitimidade a Ana Monteiro para interpor a providência cautelar. O parecer assinado pelo magistrado Carlos Monteiro, no dia 20 de Julho, surge na sequência de um recurso interposto por Ana Monteiro, que visou contestar a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco (TAFCB). O tribunal albicastrense considerou existir “ilegitimidade activa” por parte de Ana Monteiro, pelo que nem sequer analisou a providência cautelar apresentada.
TRIBUNAL CENTRAL APONTA ERROSNo parecer do Ministério Público do TCAS o magistrado considerou que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco “erra quanto aos pressupostos de facto e de direito”, porque, na petição inicial, Ana Monteiro “não invocou a qualidade de membro da Assembleia Municipal da Covilhã para justificar a sua legitimidade”, concluindo que invocou o cargo “enquanto elemento adicional” para justificar “a mais valia da respectiva legitimidade individual de cidadã”, conclui Carlos Monteiro."
extraido do jornal "DIARIO XXI" - artigo de Francisco Cardona

terça-feira, 18 de setembro de 2007

QUEM VOTA A FAVOR?



Na próxima reunião da Assembleia Municipal da Covilhã sabe quem são nossos representantes mais directos, os Deputados Municipais e os Presidentes de Junta de Freguesia, que vão votar favoravelmente a proposta do Executivo Camarário para aumentar a água no nosso concelho. Aparece por lá.


"A água da Covilhã vai ficar mais cara para os consumidores domésticos, cerca de três anos depois da última actualização. A autarquia deu luz verde à actualização dos valores propostos pela empresa municipal Águas da Covilhã (AdC), que deverão entrar em vigor num prazo ainda não definido. O consumidor médio do concelho, que tem gastos inscritos no segundo escalão (de quatro a oito metros cúbicos de água), vai ver a factura mensal encarecer 1,40 euros, disse o vice-presidente João Esgalhado.De acordo com dados recolhidos no final da reunião de Câmara da última sexta-feira, os aumentos balizam-se entre três cêntimos – o mais baixo, referente ao primeiro escalão – e os 25 cêntimos, estipulados para quem mais água consome.".

extraido do jornal "diàrio XXI"


Desculpem o desabafo mas eu já acho escandaloso ter consumido apenas 9.80 euros de água e ter uma factura de 33.31 euros para pagar.


segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Quem pagou a conta deste?


"A JSD lançou um cartaz a atacar o Bloco por ter assumido a vereação do Ambiente em Lisboa, na base de um acordo político que prevê o levantamento exaustivo dos negócios entre os vários executivos da CML e a Bragaparques. Sabendo-se que outros outdoors no passado foram pagos pela construtora Somague, o Blocomotiva aceita apostas para saber qual foi o parque subterrâneo a que os laranjinhas foram desta vez buscar o dinheiro para a campanha... "

Crónica do Miguel portas para o Sol



"São inteiramente falsas as notícias que confirmam ter o governo chinês pressionado o seu homólogo português, para que o Dalai Lama não fosse recebido pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, e muito menos chegasse ao Presidente da República. Não faz sentido. Pequim sabia de antemão que jamais o governo de Lisboa lhe faria tal desfeita. Não precisava, portanto, de se fazer lembrar. Com sabedoria milenar, poupou Luís Amado e Cavaco Silva ao enxovalho de um recado. Entre pessoas de bem, isso evita-se.
Pequim só falou com o Parlamento e para cumprir calendário. Sabia que este receberia de qualquer modo o líder espiritual dos tibetanos. Já o fizera uma vez, não deixaria de repetir o gesto.
A escusa do governo e a esquiva do presidente decorrem, garante Luís Amado, de “razões conhecidas”. “Como é óbvio”, rematou ainda. De certo modo, o seu, tem razão.
“Como é óbvio”, por causa do comércio, dos negócios e dos investimentos.
“Como é óbvio”, porque a China é um gigante na cena mundial e Portugal é um país pequeno que não se deve dar a luxos de mestria.
“Como é óbvio”, porque Portugal se insere num espaço, o da União Europeia, onde a regra em vigor é ainda mais hipócrita do que a do pragmatismo.
Porque teríamos de ser nós a fazer a diferença, quando a Europa invoca os Direitos Humanos quando estes são úteis aos interesses e se esquece deles mal estes lho sugiram? Permitam-me o elogio comparado: ao menos Luís Amado é coerente. Os Direitos Humanos não interessam, ponto. Ficam muito bem nos media, aliviam a consciência dos intelectuais, e alimentam os sonhadores. Não são é assunto de Estado.
O nosso MNE é muito prático e porque o é não diz, em voz alta, o que pensa – que o mundo dos poderosos é como é, e só se esta nele com cartas marcadas. Ou alguém julga que o Reino Unido vai tramar a cimeira EU-África porque Mugabe desconhece o que sejam Direitos Humanos? Santa ingenuidade. E alguém pensa que a Europa vai reconhecer a declaração unilateral de independência do Kosovo por respeito aos “pobres albaneses”? Só acredita quem quiser. Então porque haveríamos de ser nós a chatear os chineses, conclui o condenado? Ou, outro exemplo, porque haveriamos de falar com a Frente Polisario, quando até Espanha preferiu o rei de Marrocos e os bancos de pesca, à honra dos saharauis? Na realidade, a politica internacional, mais do que pragmatica, é cínica.
E é também por estas e por outras que o Mundo é o que é, e que a atitude face ao Dalai Lama é uma mera nota de rodapé num país de anedota.
A outra anedota. Muito viaja Luís Amado pelo Médio Oriente. Para ele, é simples: “teremos acordo até ao fim do ano ou o que nos espera é uma enorme tragédia”. Discutindo com intelectuais, espécie duvidosa e dubitativa, ergue alto a confiança: “a alternativa ao optimismo é a tragédia”. Melhor do que ele, só Kourchner, o homólogo francês: “nas próximas semanas, veremos nascer o Estado palestiniano”. Ei-los, qual demiurgos do Altíssimo, profetizando o milagre na Terra Prometida. Perdoa-lhes, Senhor, que não sabem do que falam..."

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Governo não quer receber Dalai Lama

"Tal como há seis anos, o Governo Português recusa-se a receber o Dalai Lama, que chega hoje a Portugal para uma visita de cinco dias. O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, foi lacónico: "A posição do Governo é óbvia, pelas razões que são conhecidas". O líder espiritual do Tibete e prémio Nobel da Paz em 1989 vai ser recebido apenas pelo Parlamento, apesar da censura do governo Chinês, preocupado com a veiculação de ideias que visam "a desagregação da pátria chinesa". A deputada do Bloco de Esquerda Helena Pinto lembrou a violação dos direitos humanos no Tibete e criticou o governo por "não ter encontrado uma solução" para receber o Dalai Lama.
Em Novembro de 2001, o Dalai Lama foi recebido fora do Parlamento, num hotel de Lisboa, por deputados do PS, PSD, CDS-PP e BE e pelo então Presidente da República, Jorge Sampaio, fora do Palácio de Belém, no Museu Nacional de Arte Antiga. Desta vez, apesar do Governo continuar a recusar receber o Dalai Lama devido às "boas relações diplomáticas" com a China, o Parlamento português abre as portas ao líder tibetano, nomeadamente na comissão parlamentar dos negócios estrangeiros e em audiência privada com Jaime Gama. A primeira audição estava prevista para hoje mas foi cancelada e adiada para amanhã, devido a "razões de agenda do Dalai Lama".Pelo que o jornal Público apurou, um diplomata chinês foi ontem recebido no parlamento para "antecipar a vinda de Tenzin Gyatso" (nome de nascença do Dalai Lama). Em conferência de imprensa, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês censurou o parlamento português por receber o Dalai Lama e apelou à Assembleia da República (AR) para não servir de veículo à mensagem do líder tibetano no exílio.
«As actividades do Dalai Lama não são só religiosas. Ele representa as forças políticas que visam a independência do Tibete e a desagregação da pátria chinesa» , avisou Jiang Yu
Enquanto o PSD e o PS assumem uma posição "reservada" em relação à vinda do Dalai Lama, sublinhando que não é desejável "entrar em questões políticas", CDS e BE já criticaram a atitude submissa no governo português.
Nesse sentido, Helena Pinto frisou o interesse do Bloco quanto às "restrições concretas em que vive o povo do Tibete, as violações dos direitos humanos e as condições de exercício de liberdade religiosa". E critica a diplomacia portuguesa por "não ter encontrado uma solução" para receber oficialmente esta personalidade.
Quanto ao PCP, Jerónimo de Sousa limitou-se ao seguinte comentário: «As instituições devem respeitar, no quadro do direito internacional, as relações diplomáticas com outros países e, nesse sentido, não se pode ter relações económicas, políticas e diplomáticas com certos países e depois procurar contrariar essa perspectiva justa do prestígio das instituições com uma visita de circunstância»
Em 1950, a China invadiu o Tibete, anexando-o como província. A oposição tibetana é derrotada numa revolta armada, em 1959. Em conseqüência, o 14° Dalai Lama Tenzin Gyatso, líder espiritual e político tibetano, retira-se para o norte da Índia, onde instala um governo em exílio."
"Os nossos governante só têm tempo para receber a fina flor do entulho nacional e internacional. Como a secretária da diplomacia americana... Perdeu-se uma oportunidade única de receber alguém com real valor. Mais uma perda..." SMS

PRETO E BANCO

Exposição de Desenho de Maria João Pinto, de 15 de Setembro a 15 de Outubro no Café Bar Covilhã Jardim. (junto ao jardim público)

A inauguração da Exposição será no dia 15 de Setembro às 21.30h para a qual estão todos convidados.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Conferência Internacional sobre Alterações do Clima


"O Bloco de Esquerda organiza no próximo dia 22 de Setembro (sábado) no ISCTE em Lisboa a Conferência internacional "Ninguém se pode esconder das alterações do clima – Desafios e Respostas". Na agenda dos debates estarão os cenários e projecções sobre o aquecimento global, transportes e mobilidade, novos paradigmas energéticos, consumo, resíduos e as relações norte-sul.

Conferência internacionalNinguém se pode esconder das alterações do clima – Desafios e Respostas
9.30 Sessão de aberturaMiguel PortasDeputado ao Parlamento Europeu - Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde (GUE/NGL) – pelo Bloco de Esquerda, membro da Comissão do Desenvolvimento e da Comissão dos Assuntos Externos.

10.00 Cenários e Projecções das Alterações do ClimaFilipe Duarte SantosProfessor catedrático na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Investigador Coordenador do Projecto SIAM – “Alterações Climáticas em Portugal. Cenários, Impactos e Medidas de Adaptação”.
Suraje DessaiInvestigador do Programa sobre Adaptação no Centro Tyndall para a Pesquisa das Alterações do Clima, na Universidade de East Anglia, Reino Unido.

11.00 Painel I e Painel IIPainel I: Transportes e Mobilidade
Mário Alves Engenheiro Civil e Mestre em Transportes. Foi investigador associado no Centro de Sistemas Urbanos e Regionais da Universidade Técnica de Lisboa e no Centre for Transport Studies da Universidade de Londres, e coordenador operacional do Plano de Mobilidade de Almada. Consultor em transportes e gestão de mobilidade.
Axel FriedrichDirector da Divisão de Ambiente, Transportes e Ruído da Agência Federal de Ambiente da Alemanha. Recebeu em 2006 o Haagen-Smit Clean Air Award pelo seu esforço no combate à poluição do ar e às alterações do clima. ~

Painel II: Novos Paradigmas Energéticos
Sven Teske*Engenheiro e Mestre em Tecnologia Eólica. Activista na área das Energias Renováveis da Greenpeace Alemanha, responsável por várias campanhas relacionadas com a energia e as alterações do clima. Consultor técnico em Energia da Greenpeace Internacional, responsável por vários relatórios, nomeadamente o “Energy [R]Evolution”.
Eduardo de Oliveira FernandesProfessor Catedrático na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Especialista investigador na área da Energia e Climatização, responsável por vários projectos pioneiros ao nível das tecnologias solares passivas, energia nos edifícios e em ambiente urbano e qualidade do ar interior. Presidente da Agência de Energia do Porto.

Painel III and Painel IV Painel III: Consumo, Modos de Vida e Saúde PúblicaCarlos Ballesteros García Professor de Comportamento do Consumidor na Universidade Pontifícia Comillas em Madrid. Membro do grupo ConsumeHastaMorir dos Ecologistas En Acción e da Rede de Economia Alternativa e Solidária (REAS).
José Manuel Mendes Professor de sociologia na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Investigador permanente do Centro de Estudos Sociais e coordenador do Observatório dos Novos Riscos Públicos. Painel IV: Resíduos e Políticas de GestãoRui Berkmeyer Especialista em Resíduos e Membro do Centro de Informação de Resíduos (CIR) da Quercus

16.00 Negociações Internacionais sobre Alterações Climáticas e Relações Norte-Sul
George Monbiot*Jornalista, autor, académico e activista ambiental e politico no Reino Unido, com vários artigos e livros publicados sobre as alterações do clima.
Grace Akumu Directora Executiva da Climate Network Africa, uma organização não governamental regional formada em 1991 com sede no Quénia, que desenvolve actividades nas áreas das alterações do clima, desertificação, perda de biodiversidade, depleção do ozono, energia, pobreza, e outras ligadas ao ambiente e desenvolvimento.

17.30 Sessão de Encerramento
Alda MacedoVice-Presidente do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda. Deputada para a área do Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território.
Francisco Louçã Professor de economia na Universidade Técnica de Lisboa, autor de uma extensa obra. Deputado e Coordenador da Comissão Política do Bloco de Esquerda.*Em sistema de videoconferência."

Orçamento do Estado de 2008 não cobre salários em mais de metade das universidades

in imagensdoKaos

"As verbas do Orçamento de Estado (OE) que vão ser transferidas para as instituições de ensino superior no próximo ano não cobrem as despesas com pessoal em oito das 14 universidades públicas. Nos politécnicos, são afectados 5 dos 15 institutos, ao que o Jornal de Negócios apurou.
A análise resulta da comparação entre o que o Governo pretende transferir no próximo anos e a projecção de remunerações certas e permanentes (tem-se por base os valores de 2006, os últimos disponíveis, mas que as entidades representativas do sector dizem estar próximos das estimativas de 2007)."Germano Oliveira

dotação em 2008 salários* diferença
U Beira interior 19.8 20 - menos 0,9%
IP Portalegre 9 9.3 - menos 3.6%
IPGuarda 11.1 11.2 - menos 1.7%
valores em milhões de euros
*projecção de remunerações certas e permanentes em 2006 , fonte: MCTES "
Extraído do "Jornal de negócios" 11/09

a Exposição do Sebastião



segunda-feira, 10 de setembro de 2007

A verdadeira massaroca


"A empresa de construção civil Somague pagou facturas do PSD no valor de 233 mil euros, referentes à campanha para as autárquicas de 2001. A revelação foi feita pelo próprio Tribunal de Contas, que denuncia a violação da Lei do Financiamento dos Partidos, que permitia apenas donativos de doadores singulares, e no valor máximo de 10 mil euros por doador. O líder do Grupo parlamentar do BE, Luís Fazenda, considera que Durão Barroso (líder no PSD na altura) e Marques Mendes "devem explicações ao país" acerca desta "promiscuidade" que deve ser apurada "até às últimas consequências". O PSD ainda não reagiu e o Partido Socialista, pela voz de Vitalino Canas, preferiu afirmar que "o cenário global de transparência nas contas dos partidos tem vindo a melhorar".
"Os elementos constantes nos autos provam que os serviços referidos nos sete pedidos de factura da Novadesign, emitidos em 15 de Março de 2002, no valor global de 233.415 euros, foram prestados ao PPD/PSD e à JSD, mas foram facturados à Somague e pagos por esta sociedade, embora se ignore o que fundamentou tal liberalidade", lê-se no acórdão n.º 371/2007, de 27 de Junho, do tribunal Constitucional.Na prática, a Somague pagou as despesas que o PSD teve com a empresa de comunicação NovoDesign (que pertencia à Brandia Creating), no valor de 233.415 euros, violando assim a lei do financiamento dos partidos, que na altura permitia apenas donativos de pessoas singulares, no valor máximo de 10 mil euros por doador. A Lusa adianta que o PSD, a Somague e a Brandia Creating, arriscam-se a pagar multas entre quatro mil a um milhão de euros, podendo o PSD ser obrigado a devolver os valores ilegalmente recebidos.Luís Fazenda, líder do Grupo parlamentar do BE, exigiu explicações a Marques Mendes e Durão Barroso acerca da "promiscuidade" que envolve o PSD e as empresas Somague e Brandia Creating. E adianta que que se deve proceder ao "apuramento até às últimas consequências", para que a questão não fique "confinada" a eventuais coimas. Por seu turno, o porta-voz do PS, Vitalino Canas, preferiu afirmar que , apesar do Tribunal Constitucional "continuar a detectar casos nos partidos" a apreciação do PS é a de que "o cenário global de transparência nas contas dos partidos tem vindo a melhorar".Entretanto, Marques Mendes escusou-se a comentar o assunto, a Somague diz que não reage para já porque está "presentemente a decorrer o prazo para o exercício do direito de resposta nos termos da legislação aplicável", e a Branda Creating limita-se a dizer que a empresa NovoDesign já não existe."

extraido da página http://www.esquerda.net/

Somague gate



"Bloco quer apuramento total da promiscuidade entre a Somague e o PSD
22-Ago-2007
A empresa de construção civil Somague pagou facturas do PSD no valor de 233 mil euros, referentes à campanha para as autárquicas de 2001. A revelação foi feita pelo próprio Tribunal de Contas, que denuncia a violação da Lei do Financiamento dos Partidos, que permitia apenas donativos de doadores singulares, e no valor máximo de 10 mil euros por doador. O líder do Grupo parlamentar do BE, Luís Fazenda, considera que Durão Barroso (líder no PSD na altura) e Marques Mendes "devem explicações ao país" acerca desta "promiscuidade" que deve ser apurada "até às últimas consequências". O PSD ainda não reagiu e o Partido Socialista, pela voz de Vitalino Canas, preferiu afirmar que "o cenário global de transparência nas contas dos partidos tem vindo a melhorar".
"Os elementos constantes nos autos provam que os serviços referidos nos sete pedidos de factura da Novadesign, emitidos em 15 de Março de 2002, no valor global de 233.415 euros, foram prestados ao PPD/PSD e à JSD, mas foram facturados à Somague e pagos por esta sociedade, embora se ignore o que fundamentou tal liberalidade", lê-se no acórdão n.º 371/2007, de 27 de Junho, do tribunal Constitucional.Na prática, a Somague pagou as despesas que o PSD teve com a empresa de comunicação NovoDesign (que pertencia à Brandia Creating), no valor de 233.415 euros, violando assim a lei do financiamento dos partidos, que na altura permitia apenas donativos de pessoas singulares, no valor máximo de 10 mil euros por doador. A Lusa adianta que o PSD, a Somague e a Brandia Creating, arriscam-se a pagar multas entre quatro mil a um milhão de euros, podendo o PSD ser obrigado a devolver os valores ilegalmente recebidos.Luís Fazenda, líder do Grupo parlamentar do BE, exigiu explicações a Marques Mendes e Durão Barroso acerca da "promiscuidade" que envolve o PSD e as empresas Somague e Brandia Creating. E adianta que que se deve proceder ao "apuramento até às últimas consequências", para que a questão não fique "confinada" a eventuais coimas. Por seu turno, o porta-voz do PS, Vitalino Canas, preferiu afirmar que , apesar do Tribunal Constitucional "continuar a detectar casos nos partidos" a apreciação do PS é a de que "o cenário global de transparência nas contas dos partidos tem vindo a melhorar".Entretanto, Marques Mendes escusou-se a comentar o assunto, a Somague diz que não reage para já porque está "presentemente a decorrer o prazo para o exercício do direito de resposta nos termos da legislação aplicável", e a Branda Creating limita-se a dizer que a empresa NovoDesign já não existe."


Extraido da página www.esquerda.net




Ontem passei por Salamanca


Museo Art Nouveau y Art Deco
www. museocasalis.org


Domus Artium

http://www.salamancaciudaddecultura.org:81/da2/