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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

"Embargo efectivo" exige a Quercus relativamente às obras de construção a decorrer no Tortosendo, na Covilhã

A associação ambientalista Quercus solicitou ontem à Autoridade Florestal Nacional (AFN) que promova o “embargo efectivo” das obras de construção do parque de S. Miguel, no Tortosendo, para evitar o agravamento da deterioração do povoamento de sobreiros que existe no local.
“Pedimos à Autoridade que promova o efectivo embargo das obras sob pena de virmos a responsabilizá-la pelos danos que as árvores sofrerem”, disse ao Diário XXI Domingos Patacho adiantando que a sobras nunca estiveram paradas. “Chegaram à Quercus denúncias de tentativas de secagem dos sobreiros através de produtos químicos”, disse Domingos Patacho defendendo que a AFN “tem de agir” para salvaguardar os sobreiros.

AUTARQUIA NOTIFICADA
O pedido de embargo surge depois da Câmara da Covilhã ter sido notificada para suspender os trabalhos até à conclusão do processo de contra-ordenação instaurado pela ANF, com base no auto levantado pela GNR, por abate ilegal de sobreiros.
Datada de 20 de Novembro, a carta da AFN dirigida ao presidente da Câmara da Covilhã dá conta que o licenciamento para arranque de sobreiros “é suspenso até à conclusão do processo de contra-ordenação”.
Dadas as características do coberto vegetal existente no terreno, “não se afigura possível” que os trabalhos possam prosseguir “sem que se repita o arranque não autorizado de sobreiros jovens e sejam causados danos por mutilação nos exemplares que permaneçam no terreno”.
“Caso não sejam imediatamente interrompidas as acções em curso no futuro parque de S. Miguel, no Tortosendo, é intenção desta autoridade fazer embargar os referidos trabalhos”, lê-se no documento a que o Diário XXI teve acesso.
A 21 de Novembro, a AFN fez uma vistoria ao terreno tendo verificado que os trabalhos prosseguiam “causando danos acrescidos e continuados”, lê-se num fax enviado á Câmara da Covilhã reiterando a intenção de recorrer ao embargo das obras.

CONTRA-ORDENAÇÃO EM FASE DE DECISÃO
Apesar das tentativas não foi possível apurar junto da Câmara da Covilhã e do ministério da Agricultura se as obras terão sido embargadas por decisão judicial. Fonte autorizada do ministério da Agricultura disse, porém, que “o processo contra-ordenacional já foi instruído pela Autoridade Florestal Nacional, encontrando-se em fase de decisão”.
Contra ordenações por abate ilegal de sobreiros podem atingir até 30 mil euros, de acordo com decreto-lei 169/2001 que prevê a interdição do uso dos solos por um período de 25 anos. Francisco Cardona - Diário XXI

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Orçamento do Estado de 2008 não cobre salários em mais de metade das universidades

in imagensdoKaos

"As verbas do Orçamento de Estado (OE) que vão ser transferidas para as instituições de ensino superior no próximo ano não cobrem as despesas com pessoal em oito das 14 universidades públicas. Nos politécnicos, são afectados 5 dos 15 institutos, ao que o Jornal de Negócios apurou.
A análise resulta da comparação entre o que o Governo pretende transferir no próximo anos e a projecção de remunerações certas e permanentes (tem-se por base os valores de 2006, os últimos disponíveis, mas que as entidades representativas do sector dizem estar próximos das estimativas de 2007)."Germano Oliveira

dotação em 2008 salários* diferença
U Beira interior 19.8 20 - menos 0,9%
IP Portalegre 9 9.3 - menos 3.6%
IPGuarda 11.1 11.2 - menos 1.7%
valores em milhões de euros
*projecção de remunerações certas e permanentes em 2006 , fonte: MCTES "
Extraído do "Jornal de negócios" 11/09